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terça-feira, 31 de março de 2015

Edivaldo Holanda mostra aumentos de passagens em outras capitais




Em pronunciamento na Assembleia Legislativa, o deputado Edivaldo Holanda refletiu que o melhor seria que o transporte público fosse gratuito, como são, por exemplo, o ensino médio e o ensino fundamental. E acrescentou que não é assim porque nem o governo federal, nem o estadual e menos ainda o municipal podem arcar com essa despesa.
Conforme o parlamentar, houve em São Luís anos seguidos de retenção dos aumentos das passagens de transportes coletivos porque os governantes não tiveram coragem de enfrentar a situação. Havia, portanto, segundo ele, a necessidade de uma intervenção como essa neste momento.
Conforme Edivaldo Holanda, diversos compromissos do prefeito em campanha serão honrados de uma só vez com a licitação do transporte público, como é o caso de bilhete único e das van que vão complementar o sistema de transportes.
O deputado mostrou também que aumentos de passagens ocorreram e estão ocorrendo em diversas capitais e quase sempre em nível maior que o aumento dado em São Luís. Ele deu os exemplos de Teresina, onde a passagem foi majorada em 19 %, passando de R$ 2,10 para R$ 2,50; Goiânia, majorada em 18 %, passando de 2,80 para R$ 3,30; Curitiba, de R$ 2,85 para  R$ 3,30; São Paulo, de R$ 3,00, para 3.50.
O deputado debitou esse aumento na conta da crise econômica em curso no país, lembrando que já houve aumentos nos preços dos combustíveis e da energia elétrica. “Se a situação econômica do país e dos estados é difícil, imaginem a de um município como São Luís”, refletiu.
Edivaldo Holanda considerou que a manutenção dos preços das passagens no nível em que estavam impediria a participação de grandes empresas na licitação do transporte público de São Luís. Deu o exemplo de Fortaleza onde uma única empresa colocou 1.000 ônibus novos em circulação.

Edivaldo afirma que o edital de licitação dos transportes já foi publicado e que sem o realinhamento dos preços novas empresas não participarão do processo, o que acarretará a manutenção do monopólio dos transportes coletivos em São Luís.

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