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sexta-feira, 1 de maio de 2015

Agora sai o impeachment! Governo aumenta impostos sobre bebidas alcoólicas

Atenção apreciadores, provadores, consumidores, bebuns, papudinhos, vamos cobrar uma posição firme do Congresso Nacional contra esse aumento. Onde já se viu?

JM Cunha Santos


Nesta semana, o secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto, afirmou que a tabela de referência das bebidas será corrigida todos os anos. Desde janeiro de 2009, esses preços de referência não eram reajustados.
Até 2008, as cervejas, águas minerais e refrigerantes eram tributados com base em um valor fixo por unidade produzida, e não como percentual do preço, e os impostos eram reajustados uma vez a cada quatro anos.
Em dezembro de 2008, o governo mudou a tributação para uma alíquota percentual cobrada não sobre os preços finais (que aparecem nas prateleiras), mas sobre uma tabela de preços de referência elaborada pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Se a pesquisa da fundação constatar aumento nos preços de referência, a base de cálculo aumenta e esses produtos pagam mais impostos, mesmo sem mudanças na alíquota percentual.
Segundo a Receita Federal, o modelo acertado na época com as indústrias de bebidas previa correção periódica dessa tabela de referência, que foi descartada pelo governo nos últimos dois anos para estimular a produção e o emprego em meio à crise econômica. Só em janeiro de 2009 houve o primeiro ajuste.
A Casa Civil não divulgou o aumento dos impostos para as bebidas, mas o secretário da Receita estimou entre 10% e 15% o aumento dos preços de referência. Ele, no entanto, disse que, não necessariamente, haverá repasse total dos impostos maiores para os preços finais.
“Toda essa conversa fiada, esse economês tão sóbrio, significa apenas uma coisa: O MÉ vai ficar mais caro. E a presidente Dilma, depois de desagradar os que são contra a corrupção, os que querem melhores salários, os que querem educação gratuita, resolveu comprar briga com os apreciadores da água que passarinho não bebe.
E está aí o motivo que faltava para o impeachment. Aumentar preço de arroz, de feijão, de farinha, da conta de luz, da conta de água, de gasolina, reduzir a alíquota do imposto de renda, acabar com o FIES, com o seguro-desemprego, tudo isso dá para suportar. Mas aumentar o preço da bebida alcoólica... isso é crime de lesa-pátria.
Atenção apreciadores, provadores, consumidores, bebuns, papudinhos, vamos cobrar uma posição firme do Congresso contra esse aumento. Vamos percorrer todos os bares, quitandas, bibocas, inferninhos e colher assinaturas contra essa medida impopular. Vamos fazer passeatas (sem cambalear) concentrações (sem cair) e exigir a revogação imediata desse malfadado decreto presidencial.
E nessa podem apostar que o Lula vai estar do nosso lado.
“Biriteiro, unido, jamais será vencido”! Biriteiro unido, jamais será vencido”!
Onde já se viu? Parece que bebe”!


(Com informações da Tribuna do Nordeste)

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