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sexta-feira, 22 de maio de 2015

Criação de caprinos promete ser a redenção econômica do Maranhão

JM Cunha Santos

Roseana e João Abreu
Primeiro foi a Alumar (Alcoa Billington) que foi apresentada ao povo como sendo a redenção econômica do Estado. Hoje, a multinacional é mais uma fábrica de demissões que de alumínio.
Depois foi a Companhia Vale do Rio Doce, a transportadora de Carajás, a mina de ouro inesgotável que, de passagem, deixaria rica a grande maioria dos maranhenses.. Mas, como previram os sociólogos, a única coisa que sobrou de toda essa riqueza ao povo do Maranhão, foi o infernal barulho dos trens.
E, finalmente, a Refinaria Premium. Petróleo, o ouro negro, refinado em Bacabeira, na porta da capital do Estado, gerando 200 mil empregos diretos, trazendo para cá uma legião incontável de gringos e investimentos estrangeiros, novos empreendedores e empreendimentos milionários, a maior refinaria do país. Virou um buraco, uma gruta enorme de corrupção, um aterro ou um enterro de esperanças e ilusões, transformando-se no maior engodo da história do Estado.

Márcio Coutinho e Lobão
Agora é o bode. A criação de bodes. As novas raças, “Coutinho” e “Abreu”, que prometem ser a redenção econômica do Maranhão. Desde que Roseana Sarney acabou com a Secretaria de Agricultura não se ouvia falar de uma promessa econômica tão forte no setor primário. A raça “Coutinho” é originária de um cruzamento de Lobo da Montanha com Gato Escaldado ocorrido na Terra Santa. A raça “Abreu” é pura. Do Maranhão mesmo, mas estranhamente produz melhor se criada em terreno murado e não ao ar livre.
Embora sejam bodes expiatórios que, portanto, veem ou viram tudo, são raças silenciosas, não berram muito, o que dá tranquilidade aos criadores. Essas duas raças estão provocando tumulto na economia e na política do Maranhão, o que já chamou a atenção até da Polícia Federal, preocupada agora em guardar nossas fronteiras para evitar uma evasão de caprinos.

E segundo as últimas notícias, outras raças poderosas de bodes barbados estão chegando ao Maranhão. Pelos Correios ou através de crédito em conta do BNDES.

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