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sexta-feira, 12 de junho de 2015

Deputada maranhense convoca presidente do Instituto Lula para depor na CPI

O Instituto é acusado de receber R$ 3 milhões do esquema de corrupção da Petrobrás.


Paulo Okamoto, presidente do Instituto Lula, terá que prestar depoimento na CPI da Petrobras. A convocação, de autoria da deputada Eliziane Gama (PPS-MA), foi aprovada por unanimidade nesta quinta-feira (11) pelo colegiado.
O instituto é apontado pela Polícia Federal como beneficiário de doações da empreiteira Camargo Côrrea que chegam a R$ 3 milhões. A construtora é investigada na operação Lava Jato.
O PT tentou barrar a convocação, mas foi derrotado em todas as votações que antecederam a aprovação em bloco de 140 requerimentos. 
Da lista de itens aprovados constam acareações como a pedida pelo PPS que colocam frente a frente o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, o ex-diretor da Petrobras, Renato Duque, e o ex-gerente da estatal, Pedro Barusco. Os três estão presos em Curitiba.
Também foi aprovada a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico da JD Consultoria Ltda, que pertence ao deputado condenado e cassado José Dirceu. A empresa é investigada pela força tarefa da Lava Jato. Os sigilos pessoais do petista também serão acessados pela CPI. Os dois pedidos foram apresentados pela deputada Eliziane Gama.
“A CPI avançou demais neste dia, ao aprovar requerimentos importantes que darão valiosa contribuição aos trabalhos da comissão para detalhar este esquema criminoso que promoveu um roubo bilionário na Petrobras”, comemorou Eliziane Gama.
O líder do PPS, Rubens Bueno, que também esteve na sessão da CPI disse que ao PT restou a lamentação.

“O que o Partido dos Trabalhadores faz aqui é recorrer ao jus sperniandi, já que tentou sem sucesso acobertar mais uma vez tudo o que seu governo vem fazendo de errado. Há pessoas envolvidas nesta corrupção que devem, sim, ser trazidas aqui ou terem seus sigilos acessados”, justificou Bueno.

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