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segunda-feira, 8 de junho de 2015

Jornal propõe genocídio para combater criminalidade no Maranhão



O Jornal O Estado do Maranhão, de propriedade da família Sarney, sugeriu  nesta segunda-feira (08) que o melhor método para combater a criminalidade no Estado seria “o morticínio nazista” e a “morte em massa”.
Por meio da coluna de Pergentino Holanda, o jornal lamentou que os métodos não sejam usados no Maranhão. Parte do texto sentencia: ” o pior é saber que, a menos que se fizesse um morticínio semelhante ao que os nazistas fizeram com os judeus, não se vai reduzir o número de crimes ou de criminosos. E se não é possível usar a morte em massa, é esperar que o projeto da justiça resolva”.
Nos anos 90, o grupo Sarney protagonizou o maior programa de execuções e assassinatos no Estado por meio do uso do aparelho de segurança pública. Conhecida como “Operação Tigre”, a ação foi iniciada no governo do hoje senador João Alberto (PMDB). A Polícia Militar da época assassinou centenas de pessoas, entre elas, o conhecido militante social Padre Josimo em Imperatriz. Após a instalação da Operação Tigre, os índices de criminalidade aumentaram no Maranhão.

Nos últimos dias o Jornal O Estado do Maranhão promoveu uma campanha contra a Polícia Militar, jogando  a população contra os policiais. Agora, ao sugerir que haja morticínio em massa, o Jornal age para tentar insuflar a PM a agir com arbitrariedade.

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