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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Alucinações e delírios

Editorial JP, 14 de janeiro
É um direito desumano dividir alucinações e delírios com o grupo Sarney. É um direito desumano usar o honroso nome da SMDH, historicamente ligado ao combate à tortura e ao abuso de autoridade, para acusar o governo de fazer acordos com facções criminosas. É um direito desumano negar a pacificação de Pedrinhas, até ontem o mais violento e espantoso território de homicídios, mutilações e esquartejamentos, para dividir com interesses inconfessáveis do grupo Sarney.
Toda a imprensa do Maranhão, do Brasil e do mundo noticiou o que era o Complexo Penitenciário de Pedrinhas nos anos de 2013 e 2014, e é, como frisou o secretário Marcio Jerry, muito estranho que aqueles que se arvoram de defensores dos direitos humanos sintam saudades da barbárie que ali ocorreu, nestes dois anos, e sejam capazes de tamanha e insana invencionice. As acusações são dignas apenas de internos de estabelecimentos de custódia e tratamento psiquiátricos, reclusos às alas psiquiátricas de presídios de segurança máxima.
Devaneios, alucinações, delírios jogados ao vento no objetivo de tentar ofuscar a vitória das políticas sociais no Maranhão, a vitória de uma democracia que tardou muito a chegar nesse Estado. E essas alucinações se parecem muito com aquela do membro de uma facção criminosa, entrevistado durante a última campanha, para acusar o então candidato Flávio Dino de comandar assaltos a bancos no Maranhão. Mais uma alucinação mais um delírio com objetivos políticos.
Com o atual governo, o Estado retomou o gerenciamento do Complexo Penitenciário acabando, inclusive, com a corrupção desenfreada que abastecia o crime dentro e fora dos muros das prisões. É cruel, é desumano e degradante que alguém, no atendimento apenas de seus interesses pessoais e políticos, desça ao nível de fazer esse tipo de acusação depois de tantos anos de luta dos maranhenses para por fim a esse tipo de lógica na luta pelo poder.
A conversa, agora, deve ser com a Justiça. A acusação é uma monstruosidade política inadmissível até mesmo para o calejado Sarney que inventou o “cadáver vivo” de Reis Pacheco. Sem provas, sem indícios de provas, essa delirante acusação precisa ser arguida judicialmente.

Por fim, o Jornal Pequeno sabe que a Nota de Repúdio não procede da SMDH. Procede de espíritos cabisbaixos, de almas destruídas e sem nenhum amor pelo Maranhão. E alguém precisa, urgentemente, livrar dessa gente a SMDH. Estão maculando, solenemente, o nome e a história da entidade.

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