Banner

Banner

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Voz atrasada e oportunista em “defesa” da Baixada


Nos últimos dias, os outrora surdos e mudos meios de comunicação de propriedade da família Sarney, resolveram como que por milagre grazinar e, pasmem, em “defesa” da Baixada por décadas esquecida e mesmo atacada por uma política excludente que espalhou a pobreza em todos os rincões do Estado.
Eis que agora o jornal de Sarney descobriu uma tal voz em defesa da Baixada, que ressoa com ao menos 30 anos de atraso. Este é o período, por exemplo, em que o sr Sarney Filho exerce mandatos consecutivos de deputado federal, tendo como um dos seus feudos eleitorais a sofrida Baixada.
Em três décadas, não se tem notícia de que algum baixadeiro tenha ouvido a voz do pai do deputado Adriano Sarney sobre diques ou coisa que o valham.
Ao contrário, mesmo tendo ocupado o posto de ministro do Meio Ambiente, não há uma única ação concreta de Sarney Filho em defesa dos Campos da Baixada.
Pois bem, agora aqueles que deixaram o povo da Baixada no mais completo abandono viraram arautos do desenvolvimento da Baixada. É inacreditável!

Mas, o povo da Baixada tem inteligência suficiente para distinguir quem são os responsáveis pelo atraso de uma das regiões mais prósperas dada sua riqueza natural e o trabalho que em apenas um ano de governo vem sendo desenvolvido pelo governador Flávio Dino em favor da região.

Um comentário:

  1. Lamentável, pois acompanhei a luta do deputado federal Sarney Filho que é um dos poucos que se preocupa com a nossa região. Pois ao participar da instalação da Frente Parlamentar em Defesa da Baixada e do Litoral Norte Maranhense, mobilizou todos os colegas parlamentares para liberar as emendas de bancada do governo federal, para possibilitar a execução dos projetos de construção dos “Diques da Baixada” e da Barragem do Rio Maracu. Um projeto de grande alcance social que prevê a construção de 50 km de diques de 2 metros de altura, para conter a água salgada para os campos, permitindo a retenção de água doce por cerca de seis meses. A obra viabilizaria, também, projetos de pecuária, agricultura irrigada e piscicultura e evitará o problema das enchentes, que deixam milhares de moradores desabrigados todos os anos. Pior que ainda tem jornalistas que se sujeitam a criticar aos que trabalham pelo desenvolvimento de nosso Estado. Sejamos justos com que realmente tem compromisso com a Baixada e com o Maranhão.

    ResponderExcluir