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sexta-feira, 20 de maio de 2016

Efetivos das Polícias Civil e Militar são reforçados na atuação nos Terminais de Integração e bairros de São Luís



Desde a madrugada e ao longo desta sexta-feira (20), os efetivos das polícias Civil e Militar estão atuando em conjunto para cercar, monitorar e prender suspeitos de participação nos ataques a ônibus desta quinta-feira (19). Entre outros locais, o policiamento está sendo reforçado nas áreas da Liberdade, João de Deus, São Francisco, Cohama, Praia Grande, Vila Palmeira e Bairro de Fátima, integrando as ações da ‘Operação Saturação’, da Polícia Militar. “Temos resposta para a criminalidade, a Polícia está agindo com rigor”, disse o comandante-geral da Polícia Militar, coronel José Pereira.
Policiais militares se distribuíram nas ruas do São Francisco e Ilhinha para realizar abordagens e incursões. A Avenida Castelo Branco e os terminais de integração da Cohama e Praia Grande também foram alvos da ação das polícias, com policiamento nas modalidades a pé e em viaturas. Mais de 100 policiais que atuam no interior do Estado foram destacados para reforçar as operações do policiamento na capital.
O comandante-geral de Polícia Militar, coronel José Pereira disse, ainda, que o efetivo está mobilizado para operar nos bairros onde ocorreram os ataques e outros de maior demanda. “Nossa atuação nas ruas tem sido firme e estamos agindo com rigor. E pedimos à comunidade que colabore com a polícia e procure os batalhões de suas áreas para solucionar problemas visíveis”, reiterou coronel Pereira.
“Todo o quadro da Polícia Civil está mobilizado para esse caso, além de termos intensificado operações já em curso. Assim que chegou a nós o ocorrido as equipes foram às ruas e estamos trabalhando unidos à Polícia Militar”, ressaltou o delegado-geral da Polícia Civil, Lawrence Melo. Foram acionados os departamentos de Combate a Crime Organizado, de Narcotráfico, Homicídios, Proteção à Pessoa, além das Delegacias Seccionais e o Serviço de Inteligência.

O delegado-geral informou que duas linhas de investigação estão sendo consideradas para a apuração dos ataques. Quanto aos suspeitos presos, o delegado-geral diz que foram isolados para que não haja comunicação com integrantes de quadrilhas e é estudada a transferência de alguns líderes para presídios de outros estados. “O objetivo é afastar estes criminosos e diminuir a atuação deles nas quadrilhas que comandam no Estado”, reiterou Melo.

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