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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Campanha, factoides e especulações

JM Cunha Santos


E chegamos, assim, à era das especulações, factoides e impugnações obsoletas que servem apenas para alimentar um noticiário prontamente desmentível, ocupar a Justiça Eleitoral com fatos que não são fatos e gerenciar a bolsa formidável de especulações em torno da candidatura que, nas pesquisas, mais se destaca junto ao eleitorado.
O bombardeio recaiu sobre a pretendida reeleição do prefeito Edivaldo Holanda Júnior que, para além das pesquisas, arrasta multidões nas caminhadas que realiza em bairros diversos de São Luís e é recebido com aplausos pelas populações dos bairros onde o trabalho realizado pela Prefeitura é incontestável, porque visível e, em boa parte, histórico, pois alcança um povo que, aos poucos, sai da lama e da buraqueira. Sai, para encontrar o asfalto, a iluminação pública, a modernização do trânsito e busca conduzir à mobilidade urbana uma gente até ontem sitiada pela ingerência e falta de vontade política de administradores que antecederam o atual prefeito.
Como noticiou o Jornal Pequeno, no mesmo tom de outras mídias, a Justiça deferiu a candidatura de Edivaldo Holanda Júnior, silenciando as más intenções dos que engordam processos judiciais e, na imprensa, emagrecem a verdade com especulações bombásticas, como a de que o PDT cogitou substituir sua candidatura pela do vereador Ivaldo Rodrigues e, até mesmo, pela da esposa do prefeito, Camila Braga. Revela-se, aqui, a fraqueza das postulações de candidatos que se tinham por imbatíveis e que, ainda nos primeiros dias de campanha, descobrem o tapetão como único caminho capaz de sustentar suas fragilizadas esperanças.
Estão apenas, de um lado, sobrecarregando o Poder Judiciário com impugnações que já sabem impraticáveis e, de outro, cansando a boa fé dos leitores e tentando criar um clima de tensão que se corrige, definitivamente, quando a candidatura de Edivaldo Holanda é a primeira a ser deferida, conforme decisão da juíza Ana Célia Santana. Outros candidatos, a julgar pelo que a legislação define, hoje, como crime eleitoral, talvez não tenham tanta sorte.

Trata-se, resumidamente, de propaganda política mal intencionada, do usual manipular da opinião pública. Mas não é assim que vão conseguir desviar os olhares dos eleitores das obras realizadas pela Prefeitura. Elas estão aí e o candidato que pretendem atingir faz campanha caminhando sobre elas.

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