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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Hospital Macrorregional de Santa Inês contabiliza mais de 700 consultas e exames; cirurgias iniciam nesta segunda (19)


Hospital suprirá as demandas das regiões de Santa Inês, Zé Doca e Pindaré, com 
atendimentos hospitalares nas áreas clínica, ambulatorial, 
UTI’s adulto e infantil e cirúrgica. Foto: Francisco Campos
Com 21 dias de funcionamento, o Hospital Macrorregional de Santa Inês Tomás Martins, já realizou 360 consultas ambulatoriais, 375 exames laboratoriais e dez procedimentos cirúrgicos estão agendados para a próxima segunda-feira (19.) A unidade de saúde atende 160 mil habitantes de 16 municípios pertencentes à região do Vale do Pindaré e com 116 leitos, o hospital dispõe também de serviços de análises clínicas, exames de radiologia, ultrassonografia, tomografia, eletrocardiografia, endoscopia, agência transfusional e hemodiálise.
No setor ambulatorial, são realizados atendimentos com leitos regulados em dois tipos de Clínica – médica e pediátrica-, Cirurgia Geral, Unidade de Terapia Intensiva Adulto, Ortopedia, Cardiologia, Gastroenterologia, Neurologia, Enfermagem, Nefrologia e Fisioterapia.
Ortopedia segue na liderança do ranking de atendimento com 134 consultas, seguida de clínica cirúrgica (50) e, logo após, cardiologia (45). Pediatria contabiliza 40 consultas, clinico geral (30), neurologia (20), nefrologia (20) e gastroenterologia (20). O diretor geral do Hospital, Antonio Jorge, justifica a ortopedia ser a principal demanda de atendimento na unidade. “A maioria dos pacientes possui queixa relacionada a problemas na coluna ou de algum outro membro. Seja jovem ou de mais idade, sempre atendemos pessoas com algum tipo de trauma ortopédico”, explicou o diretor.
O Hospital Macrorregional conta com 26 consultórios clínicos, 26 pediátricos, 26 ortopédicos, 26 de cirurgia geral, 12 leitos UTI adulto e infantil. Já entre os exames de imagens agendados no Hospital Tomás Martins, estão raios-X (90); ultrassons (11), endoscopias (10) e tomografia (5), totalizando 95 exames.
O secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, reafirmou que o Governo vai mudar a saúde de todas as regiões do estado com a implantação de novos hospitais. “Buscamos uma saída realista para cumprir os nossos objetivos, fazendo o correto uso do recurso público, para assegurar a melhora da saúde das regiões para eliminar a peregrinação de pacientes e ofertar, com os investimentos do Governo, um atendimento humanizado e de excelência”, disse.
Serviço de nefrologia
Só na primeira semana de funcionamento do serviço, vinte agendamentos foram realizados. Os atendimentos são semanais, de quinta-feira a sábado, estendendo a cobertura para o município de Pinheiro.

De acordo com o médico nefrologista da unidade, Breno Ávila Pinheiro, oportunizar o atendimento em uma unidade de alta complexidade é importante, principalmente, quando o objetivo é retardar o avanço das doenças renais crônicas e evitar o ingresso dos pacientes à hemodiálise. “A maioria desses pacientes chega ao serviço de nefrologia já em fase avançada de insuficiência renal. Por isso, é possível por meio do ambulatório, submeter os pacientes ao tratamento adequado e evitar que eles evoluam para o quadro grave da doença, de forma a retardar sua entrada numa terapia dialítica”, explicou o nefrologista.

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