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quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Edivaldo lidera com 52,6% contra 47,4% de Braide, diz Econométrica



O prefeito e candidato à reeleição, Edivaldo Júnior (PDT), segue na liderança das pesquisas de intenções de votos no 2º turno. Levantamento realizado pelo Instituto Econométrica para o Jornal Pequeno mostra que se as eleições fossem hoje Edivaldo teria 52,6% dos votos válidos contra 47,4% do candidato Eduardo Braide (PMN). O pedetista coloca mais de cinco pontos percentuais à frente do adversário.

Na soma dos votos válidos são retirados brancos, nulos e indecisos, critério utilizado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para a totalização dos votos.

Na pesquisa estimulada, Edivaldo aparece com 48% das intenções de votos contra 43,3% de Eduardo Braide. Apenas 3,8% dos entrevistados disseram votar branco ou nulo, enquanto 4,8% não sabem ou não responderam. 


A pesquisa contratada pelo Jornal Pequeno está registrada no PESQELE da Justiça Eleitoral sob o nº MA-07755/2016 e foi realizada entre os dias 13 e 15. Foram 1014 entrevistas e a margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos com um intervalo de confiança de 95%.

Na pesquisa espontânea, em que não são apresentados os nomes dos candidatos, Edivaldo também lidera com mais de cinco pontos de diferença sobre o adversário. O candidato do PDT tem 46,4% das intenções de votos, enquanto Eduardo Braide tem 41%. Brancos e nulos somam 3,2% e não sabem ou não responderam 9,5%.

Rejeição de Braide supera a de Edivaldo

A pesquisa Econométrica mensurou também o índice de rejeição dos candidatos. Pela primeira vez desde que começou a campanha eleitoral o candidato Eduardo Braide apareceu como o mais rejeitado entre os eleitores de São Luís. O candidato do PMN tem 40,1% de rejeição. O prefeito e candidato à reeleição tem 35,3% neste quesito. Poderiam votar nos dois candidatos 18,8% dos entrevistados. Não votariam em nenhum dos dois 2,5% e 3,3% não sabem ou não responderam.


A decisão sobre o voto está consolidada para 81% dos eleitores. É quase definitiva, mas ainda pode mudar até as eleições para 8,5%. É apenas decisão inicial e ainda estão pensando em quem vão votar 7,7% do eleitorado e 2,9% não sabem ou não responderam.

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