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domingo, 9 de outubro de 2016

Quatro anos sem denúncias de corrupção na Prefeitura de São Luís, enquanto aliados de Braide chafurdam na Lava Jato

JM Cunha Santos


Desde junho de 2013, o povo brasileiro vai às ruas protestar contra a corrupção e exigir a punição dos corruptos. Mas há um fato inédito na gestão municipal da Prefeitura de São Luís: o governo Edivaldo Holanda Júnior completa 3 anos e 10 meses sem que contra ele se tenha registrado sequer uma única denúncia de corrupção ou outra modalidade qualquer de improbidade administrativa. E é provável que isso não tenha acontecido desde a fundação do ForteSaint Louis por Daniel de La Touche, Senhor de La Ravardière.
Enquanto isso, os correligionários do candidato Eduardo Braide chafurdam num lamaçal de acusações de corrupção que atravessa meio século até esbarrar na Operação Lava Jato.
Vamos começar pelo senador Edison Lobão, um homem nas bocas de quase todos os delatores das forças tarefas do juiz Sérgio Moro e que desta vez foi acusado pelo empreiteiro Flávio Barra, no Tribunal Superior Eleitoral, de receber propina de R$ 5,6 milhões sobre as obras de Angra 3 e da Usina de Belo Monte.
Um pouco mais pobre, vem em seguida o ex-senador José Sarney, que já designou o apoio dos filhos e abriu seus canais de comunicação para Eduardo Braide. O velho oligarca foi acusado em delação premiada pelo ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, conforme reportagem do jornal O Globo, de receber propina durante 9 anos seguidos, em valores que totalizam R$ 18,5 milhões.
E está no Portal G1 que o ministro Sarney Filho consta de uma tabela em poder do mesmo Sérgio Machado como signatário de uma propina de R$ 400 mil, embora Sarney Filho jure por todos os santos que se trata de doação oficial aprovada pela Justiça Eleitoral.
E vem aí a arraia miúda. O jornal “O Estado de São Paulo” denunciou um esquema de crédito consignado no Senado da República que incluía entre seus operadores a empresa de José Adriano Cordeiro Sarney, neto do então presidente da Casa, o senador José Sarney e hoje deputado estadual. Adriano vocifera dia e noite na tribuna da Assembleia Legislativa contra a administração do prefeito Edivaldo Holanda Júnior e contra o governador Flávio Dino e é um furioso defensor da candidatura de Eduardo Braide no segundo turno.
Mas, de acordo com o jornal “O Estado de São Paulo”, a empresa SACRIS – Consultoria Serviços e Participações Ltda, de propriedade de Adriano Sarney, recebeu autorização de nada menos que seis bancos para intermediar concessão de empréstimos aos servidores com desconto na folha de pagamento.
Adriano negou que o fato de ser neto de Sarney tenha favorecido a empresa e, segundo o jornal, resistiu a dar informação sobre o faturamento anual da empresa, mas acabou revelando: “Menos de R$ 5 milhões”.
Ao tempo em que todas essas acusações de corrupção pesavam sobre os que hoje apoiam a candidatura de Eduardo Braide, a Controladoria Geral da União, que na última quinta-feira, junto com a PF, caçava, no Maranhão, executivos de empresas ligadas aos Sarney e aos Murad, divulgava o resultado da segunda edição da Escala Brasil Transparente. E a prefeitura de São Luís alcançava a melhor nota do Maranhão e a segunda entre todas as capitais do país. Um prêmio à honestidade da administração Edivaldo Holanda Júnior.

E essa é a grande diferença. 

Um comentário:

  1. Esse lixo de prefeito. Vcs são tão ridículo. Sempre esse babonismo a esse dissimulado do Edivaldo Holanda. O que dinheiro não faz pra puxasaquismo. N vi outro!!!!. Porisso que esse país não vai pra frente. Cheio de falseta, demagogia. Grande título ele não ser investigado. É mais que obrigação dele se manter limpo. Coisa que tbm ele não é. Jodiane

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