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terça-feira, 27 de dezembro de 2016

O prefeito e os senhores deputados

Editorial JP, 27 de dezembro

Deputado Rogério Cafeteira
Deputados à Assembleia Legislativa do Maranhão encontraram, no apagar das luzes da última legislatura, as razões que levaram à reeleição do prefeito Edivaldo Holanda Júnior. E pouco ou quase nada se detiveram em questões políticas, destacando, no primeiro quadriênio do mandato do prefeito, obras de infraestrutura, a urbanização exigida da maior parte do território de São Luís, políticas públicas, intervenções no trânsito e programas sociais tocados ao longo dos anos pela prefeitura.
O líder do governo, Rogério Cafeteira, abriu esse debate, situando o conjunto de obras de urbanização realizado em São Luís como o grande destaque da administração. Citou, entre outros exemplos a recuperação do canal Cohab/Cohatrac, obra que veio beneficiar cerca de 150 mil pessoas e do canal do rio Gangan, ainda em 2013, obra que representou a solução definitiva para os históricos alagamentos no bairro do Turu.
Ainda no quesito urbanização, Cafeteira destacou o programa Bacia do Bacanga, que culminou com a conclusão das obras do canal do rio das Bicas, mais de 11 mil unidades habitacionais construídas e entregues à população, uma forte empreitada de enfrentamento do déficit habitacional na capital do estado.
Fato raro nas capitais brasileiras diante da crise instalada no país, o prefeito Edivaldo conseguiu manter em dias a folha de pagamento. Citou também o líder Rogério Cafeteira a concessão de direitos estatutários até então negado aos professores, além de reformas urgentes nas unidades de saúde, a diversificação dos serviços na área de atenção básica e o aumento no número de leitos nas UTIs dos hospitais municipais.
Os ecopontos, políticas públicas de grande envergadura, a iluminação de uma cidade que encontrou apagada, as grandes e históricas conquistas da licitação do transporte público e desativação do Aterro da Ribeira, estimularam os deputados Vinícius Louro, Zé Inácio, Rafael Leitoa, Bira do Pindaré e Edivaldo Holanda, a falar de planejamento, cuidados com o erário público, marcos históricos, sucesso de políticas públicas voltadas para as camadas mais humildes, numa administração que, logo de início, deparou-se com a crise econômica do país e com a redução pela metade das transferências constitucionais destinadas aos municípios. A presença da gestão municipal em bairros que nunca haviam recebido obras do poder público, em 40, 50 anos de existência, foi lembrada pelo deputado Edivaldo Holanda, pai do prefeito.

A Assembleia, assim, reconhece, através da administração Edivaldo Holanda Júnior, que o planejamento, a participação popular nas decisões de governo, o ouvir de fato o que o povo reivindica e quer, além da honestidade no trato com a coisa pública, são capazes de superar crises as mais agudas. E não há negar que a reeleição do prefeito, que tantas críticas e calúnias administrativas ouviu calado, foi a resposta do povo ante a solução de graves problemas que afligiam a cidade.

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