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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Polícia apura se brigas ou questões financeiras motivaram empresário a matar mulher e se suicidar

Corpos foram encontrados no sábado em cobertura de alto padrão, no Itaim Bibi. Polícia diz que indícios apontem para homicídio seguido de suicídio.

A Polícia Civil de São Paulo apura se brigas conjugais ou questões financeiras foram responsáveis pelo assassinato da advogada Renata Vieira de Souza Ferrão, 50, pelo marido João Alberto Ferrão, de 63 anos, dono de uma rede de estacionamentos. A polícia afirma que há indícios de que o empresário matou a mulher com um tiro na nuca e depois se suicidou.
Os corpos foram encontrados no sábado (25) no apartamento onde moravam, uma cobertura de alto padrão no Itaim Bibi, na Zona Sul. O caso foi registrado como homicídio e suicídio no 14º Distrito Policial (DP), Pinheiros, na Zona Oeste, mas será investigado pelo 15º DP, delegacia da área.
Para detectar a causa das mortes, a polícia vai chamar familiares de João Alberto e Renata. A investigação vai ainda analisar uma carta deixada pelo empresário sobre medidas que deveriam ser tomadas em relação à administração de sua empresa e na qual ele dizia ainda que iria se matar.
Em entrevista neste domingo (26) à equipe de reportagem, o radialista Edson Nico Natale, de 59 anos, amigo e vizinho do casal, contou que ficou surpreso com a morte do casal. "Eram casados há 15 anos, não tinham filhos e não demonstravam qualquer problema em público", disse ele, que suspeita que o crime tenha sido passional. "Talvez por causa de algum desgaste do relacionamento".
Casal
João e Renata moravam na cobertura do 12º andar do bloco 1 do Condomínio Itaim Podium, na Rua Bandeira Paulista. Segundo policiais ouvidos pela reportagem, foi uma pessoa que conhecia o casal quem acionou a Polícia Militar (PM) para ir até o apartamento.
De acordo com a assessoria de imprensa da PM, uma viatura foi ao local depois das 17h de sábado para atender uma ocorrência de homicídio. Mas ao entrar no imóvel, viu dois corpos, o de Renata e o de João. Segundo a GloboNews, a advogada estava no closet e o empresário na piscina.

Segundo policiais civis, uma pistola, estava próxima a João, o que levou a investigação a deduzir que ele atirou primeiro na mulher e depois se matou. De qualquer maneira, a arma do crime foi apreendida para ser periciada.
(G1 São Paulo)

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