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terça-feira, 14 de março de 2017

As águas de março, o prefeito Edivaldo e o alagamento de Curupu

JM Cunha Santos


Já se tornou cômico, ridículo, repetitivo e chato nesse e em outros estados, a oposição se aproveitar da força incontrolável das águas de março e dos problemas que vem com elas para fazer proselitismo político, desancando administrações adversárias. Mas alguém pode se lembrar de algum ano em que as águas de março não romperam galerias, não danificaram bueiros e anularam obras de drenagem, não invadiram casas, alagaram bairros e arrasaram cidades em todos os mundos? Ninguém. Nem mesmo os deputados sarneisistas Wellington do Curso e Eduardo Braide.
E estes, com fogo na boca e maldade nas almas eleitoralmente derrotadas, fazem questão de esquecer que foi principalmente um intenso e histórico trabalho de pavimentação asfáltica e drenagem profunda feito pelo prefeito Edivaldo Holanda Júnior que lhe permitiu vencer as últimas eleições. E acima das perseguições políticas e do derrame de recursos por eles mesmos (Braide e Wellington) promovido em São Luís na última eleição, além da destoante barbaridade midiática do Sistema Mirante de Comunicação. Tanto que pela primeira vez não tivemos notícias de alagamentos em bairros como Curva do Noventa, Apaco, Cohatrac Gangan, Coroadinho, dentre outros, pois o prefeito construiu nada menos que 25 quilômetros de drenagem profunda na cidade, obra que uns e outros, 50 anos no poder, não ergueram sequer uma sobrancelha para realizar. Mesmo sabendo e vendo que a cidade estava afundando sobre si mesma.
Em um único dia choveu 16,5 % de todo o esperado para o mês de março este ano, um pequeno dilúvio que, se alterou o bem estar dos ludovicenses, também molhou as gargantas dos verdadeiros culpados de todos os desacertos do Maranhão, deixando-os capazes de desgastarem-se em asneiras e impropérios, mas ainda incapazes de qualquer contribuição para o bem de São Luís.
As águas de março não são impiedosas, porém, somente com avenidas ruas e estradas. Um dilúvio judicial se abate sobre a principal líder dos arrasadores do Maranhão e de São Luís, Roseana Sarney, cuja casa, sob sequestro da Justiça na Ilha de Curupu, também está alagada de preocupações. Qualquer pesquisa mais aprofundada mostrará o quanto o mês de março costuma ser cruel com os mafiosos, corruptos e traidores.

As águas de março não trazem somente o verão. 

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