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terça-feira, 18 de abril de 2017

Com propostas e ideias para vencer a crise econômica e institucional, Flávio Dino inspira confiança ao país

JM Cunha Santos


E eis a irrefutável diferença: Flávio Dino inspira confiança ao Maranhão e ao país. O grupo Sarney, ocupado em saquear os cofres do Estado e dilapidar ministérios e estatais, do capo ao mais insignificante mercenário, não inspira nem gera confiança a mais ninguém.
Desde o início do seu governo, nos primórdios das crises econômica e institucional, o governador propôs tributar as grandes fortunas e cobrar os bilhões sonegados em impostos por grandes empresas e bancos do país. Trata-se de uma conta trilionária. Entre impostos não recolhidos, multas aplicadas por sonegação e outras irregularidades, o saldo dos 500 maiores devedores atingia até bem pouco tempo, a fantástica quantia de R$ 392 bilhões. Dívida de empresas e bancos que lucraram à estratosfera com a sonegação e os juros altos aplicados no país. E inscrevam-se aí nomes famosos como Casas Bahia, Sadia, Wolksvagen e Renault.
Mas a ONG Contas Abertas calculou que o total do valor inscrito na dívida ativa chega a R$ 1,5 trilhão – 50 vezes o dinheiro que o governo federal precisa para cobrir o rombo no orçamento. Evidentemente, as propostas do governador do Maranhão não foram levadas em consideração. O governo prefere cobrar ao povo o preço da crise: nos juros do cartão de crédito e de financiamentos, na alta do dólar, na elevação de tarifas de serviços públicos, na alta da inflação e, por último, com a malfadada reforma da Previdência. Tudo o que o governador Flávio Dino quis e quer evitar pelo custo social (em desemprego e redução drástica do padrão de vida, principalmente) que esse nó econômico representa.
O governador se nos apresenta agora novas propostas. Dentre elas a paralisação imediata de qualquer proposta legislativa que mexa em direitos sociais, especialmente a reforma da Previdência; reduzir taxa de juros e manter câmbio competitivo para empresas exportadoras; recuperar ambiente de estabilidade e segurança jurídica, imprescindíveis para ciclo consistente de investimentos privados; usar parte pequena das reservas internacionais para programas de investimentos públicos, especialmente rodovias e ferrovias; reforma tributária que leve a novo pacto federativo e à distribuição mais justa da carga de impostos sobre capital financeiros e rentismo; dialogo amplo entre os partidos políticos e principais lideranças nacionais com a compreensão de que fora da politica não há solução. E acrescenta que sem um caminho como esse, teremos muita pirotecnia e muitos confrontos, mas nenhuma solução para os problemas da população.

E eis a outra grande diferença: o governador Flávio Dino se preocupa e aponta soluções para resolver os reais problemas desta Nação. Coisa com que a grande maioria dos que aqui governaram jamais quiseram se preocupar.

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