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quinta-feira, 24 de maio de 2018

Sarney e Roseana dão início à censura e à perseguição policial e judicial contra a imprensa maranhense

A Polícia Federal tem mais o que fazer, Adriano Sarney, inclusive investigar esquemas de propina na Transpetro, pagamento de propina a senadores do MDB e concluir inquéritos sobre empréstimos consignados criminosos no Senado Federal.

JM Cunha Santos



Começa pelo Maranhão, com os Sarney, o ataque à, nestes dias de sublevação da extrema direita assassina que já governou este país, fragilizada democracia brasileira. Os fuzis da censura apontam contra dois blogueiros, Fabrício Oliveira e Uberlandes Alves que, num ato de chacota, substituíram a cara de Ildon Rocha pela de Michel Temer na foto de lançamento da candidatura de Roseana na saleta de 2 metros da casa de seu pai. Roseana bufou, pois quer apenas o dinheiro que pode vir de Michel Temer para sua campanha, não quer que ninguém saiba que ela é a candidata da bancada da gasolina de 10 reais no Maranhão.
Coisa de um deputado que não tem pejo de se submeter ao ridículo, que não tem sequer noção da importância do exercício de um mandato parlamentar, coube a Adriano Sarney denunciar os blogueiros na Polícia Federal e na Procuradoria Regional Eleitoral. Mas a Polícia Federal tem mais o que fazer, Adriano Sarney, inclusive investigar esquemas de propina na Transpetro, inclusive apurar pagamento de propina para senadores do MDB, inclusive concluir inquéritos sobre empréstimos consignados criminosos no Senado Federal.
Vai a Polícia Federal se ocupar agora da substituição da cara de Ildon Rocha pela de Michel Temer nas redes sociais, que “no es lo mismo, pero es igual”?
Mas eu avisei sobre perseguições policiais e judiciais contra a imprensa do Maranhão. Devemos estar atentos. Eles querem o nosso fígado e, para tanto, vão botar polícia e justiça no encalço de qualquer um que ouse denunciar sua corrupção. Sarney tem saudades da ditadura, tem saudades do tempo em que só era permitido ao maranhense ler, ver e ouvir o que era publicado nos órgãos de imprensa vinculados a seu monopólio de comunicação. Por isso, se manteve tanto tempo no poder.
Mas que ninguém se acovarde. Vamos nos manter de pé e resistir a todos esses que, por seus atos e palavras, hoje defendem a volta da ditadura e da censura ao Brasil e ao Maranhão.

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