
Colocar o Maranhão em posição de destaque como
modelo de gestão responsável e políticas públicas eficientes foi uma de nossas
maiores conquistas à frente do Governo do Estado. Isto revela o progresso do
serviço público prestado à população, especialmente na garantia de direitos, da
justiça social e do desenvolvimento. Estes avanços trazem ao Maranhão diversos
reconhecimentos, a exemplo do convite do Governo do Estado do Rio Grande do
Norte, nesta semana, para participarmos do 14º Congresso de Gestão Pública
(Congesp-RN), compartilhando com os servidores públicos daquele Estado as
experiências exitosas aqui implementadas.
É evidente que gerir uma unidade federada de
grandes dimensões e desafios socioeconômicos, como o Maranhão, é uma gigantesca
responsabilidade. Por isso, nossa equipe de Governo sempre foi orientada a
atuar com planejamento, probidade, equilíbrio e coragem, com muita clareza
sobre as prioridades. A definição do que é prioritário, desde o nosso primeiro
plano de Governo, foi pautada na participação popular. Com diálogos e
mecanismos institucionalizados, construímos, ano a ano, o Orçamento
Participativo do Maranhão, ouvindo a população sobre suas principais necessidades,
estabelecendo metas e mobilizando esforços integrados para executá-las,
considerando o interesse coletivo. De forma central, sobretudo, a nossa maior
bandeira de Governo é a luta pela redução das desigualdades sociais e
regionais. Isto é inegociável.
Para a plena execução das políticas públicas, de
modo que alcancemos as metas estabelecidas, é imperativo que se respeite um
binômio indissociável: responsabilidade social e responsabilidade fiscal. É
preciso fazer e fazer muito, mas devemos manter o respeito à legislação que
estabelece limites fiscais. É uma linha tênue que exige disciplina e coragem.
Por mandamento normativo e por convicção, ao longo dos 6 anos à frente do
Governo do Maranhão, temos respeitado a lei de responsabilidade fiscal, apesar
do alto nível de investimentos e difíceis quadros econômicos pelos quais o
Brasil já passou nesse período, especialmente em meio à maior crise sanitária
já enfrentada.
Destaco a importância dos investimentos públicos
nesse contexto. Há quem demonize o crescimento de custeio. Porém, é preciso
compreender que bons investimentos viram custeio no dia seguinte, a exemplo de
construção de escolas, hospitais, restaurantes populares, entre muitos outros
equipamentos. Com muita coragem, quadruplicamos a quantidade de leitos de UTI
no Maranhão, ampliamos a rede de educação entregando mais de 1.000 prédios
escolares construídos ou reformados, inclusive instituindo de forma inédita a
rede de ensino integral do Estado e mantendo o maior piso salarial do país para
professores. Estruturamos a maior rede de Restaurantes Populares da história e
alcançamos o maior efetivo policial já registrado, com valorização funcional.
Para que tudo isso funcione, é preciso que existam
pessoas sérias exercendo funções públicas. Servidores efetivos ou
comissionados, trainees, estagiários ou terceirizados, seja qual for o vínculo
funcional, o engajamento responsável é fundamental para execução da gestão
pública eficiente, aquela que realmente gera resultados, por meio de serviços
públicos bem prestados.
Não obstante a escassez de meios, frente a tantas
incertezas no cenário nacional, estamos executando nosso trabalho apegados à fé
de que Deus proverá condições para que continuemos firmes, atuando com
seriedade na nossa missão de construir um Maranhão cada dia mais justo e
desenvolvido.
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