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quinta-feira, 26 de março de 2015

Prefeito de Timon faz privatização de 1 bilhão e meio e some da cidade


Prefeito de Timon Luciano Leitoa

Por incrível que pareça, a privatização do Sistema de Águas e Esgotos do município maranhense de Timon, nas proximidades de Teresina, custará aos cofres públicos da cidade R$ 1,5 bilhão, segundo denúncia formulada na Assembleia pelo deputado Alexandre Almeida.
O parlamentar voltou a apelar ao governo do Estado pela construção da escola de ensino médio no Residencial Novo Tempo e protestar contra o prefeito Luciano Leitoa que garantiu a doação do terreno para construção da escola e não o fez até agora. Em seguida, a Secretaria da Educação anunciou a retirada do projeto de construção da escola, decisão que será revista, conforme conversa da titular da pasta com o parlamentar. “O prefeito firmou o compromisso, assinou um documento se comprometendo a fazer a doação, mas não fez até hoje”, protestou.
ESTRANHA TERAPIA
A denúncia de Alexandre Almeida foi feita em cima da declaração do deputado Rafael Leitoa de que o ex-prefeito Chico Leitoa tirou a lata d’água da cabeça do povo de Timon. Para Almeida, a família Leitoa não está aceitando um jovem timonense que não nasceu de nenhuma família tradicional do município galgar o espaço por ele conseguido. “Meu pai construiu sua carreira jurídica em Brasília, no Superior Tribunal do Trabalho e eu com apenas 21 anos de idade me elegi o quarto vereador mais votado em Timon. Em seguida me elegi no palanque, numa eleição em que Chico Leitoa, pai do hoje prefeito, foi derrotado, tão desastrosa foi sua administração”, lembrou Alexandre Almeida.
Em sua primeira candidatura a deputado, Alexandre Almeida perdeu a eleição, mas insistiu e se elegeu em 2010 com mais ou menos 10 mil votos, conseguindo dobrar sua votação em 2014. “Abri mão de minha carreira de advogado para construir um projeto político; faço política 24 horas por dia. Sem base tradicional, sem que seja o meu sobrenome famoso no Maranhão, nem ninguém na minha família costume ocupar cargos públicos”, afirmou.
Segundo Alexandre Almeida, nos dias de sexta, sábado e domingo costuma visitar os bairros de Timon, o que o prefeito Luciano Leitoa não consegue mais fazer. “Ninguém consegue encontrar o prefeito, ele nunca está na Prefeitura, não comparece a audiências, nem os vereadores estão conseguindo falar com ele”, disparou “Na minha casa não tem guarita com segurança olhando de cima para baixo para ver quem se aproxima; os portões estão abertos e infelizmente não é assim na casa do prefeito. Alexandre contou, ainda, que a família Leitoa saiu da eleição anterior com 40 mil votos e na última eleição mal passou de 20 mil, o que impediu a eleição do suplente Rafael Leitoa.

A terapia dos Leitoa para essa derrota, conforme Alexandre Almeida, “é me atacar, me agredir, mas não importa, minha história política fui eu que construí, minha musculatura política eu construí junto com meu grupo”, finalizou.

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