quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Dino critica fogo amigo a Haddad e diz que autocrítica do PT seria inútil




UOL – Reeleito para seu segundo mandato, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), criticou o “fogo amigo” de aliados de Fernando Haddad (PT) neste segundo turno e disse que não é momento de levantar hipóteses para uma eventual derrota, mas sim, de continuar em campanha para reverter a vantagem de Jair Bolsonaro (PSL) sobre ele. No Ibope, divulgado na terça-feira, o deputado tem 59% dos votos válidos contra 41% do petista. Já o Datafolha indicou Bolsonaro com 58% e Haddad com 42%.
“Eu acho que é totalmente fora de hora, fora de lugar, é absurdamente inadequado esse tipo de debate agora”, disse, ao ser questionado sobre as recentes falas dos eleitos senadores aliados Jaques Wagner (PT-BA) e Cid Gomes (PDT-CE). Na manhã de segunda (15), Wagner disse que Ciro Gomes era a melhor estratégia para vencer Bolsonaro. À noite, Cid se irritou com vaias de petistas durante ato pró-PT e chamou os manifestantes de “babacas”, dizendo que o “PT vai perder feio a eleição”.
Em entrevista exclusiva ao UOL nesta terça-feira (16), Dino afirmou que uma autocrítica pública do PT, como pediu Cid, é algo sem sentido e que não traria qualquer voto a Haddad. “Na minha cultura política, a autocrítica você faz é na prática, mostrando mudanças de comportamento. Não existe esse momento de se autoflagelar, se autochicotear”, pontuou.
Para o governador, as pesquisas de opinião do segundo turno são reflexo da campanha feita com mentiras de Bolsonaro. “Acho que o elemento surpresa foi a força de uma virulenta campanha de ataques nas redes sociais, algo claramente muito organizado, muito profissionalizado, que acabou por gerar um inesperado, que foi o crescimento da rejeição do Haddad”, comentou.
Dino disse que é possível reverter a vantagem de Bolsonaro com a inclusão de um debate sobre propostas reais contra fake news e não esconde que teme um eventual governo do militar reformado seja autoritário, ruim para a economia e “trágico” para o desenvolvimento regional.
Confira a íntegra:
UOL: As pesquisas ao final do primeiro turno indicavam um segundo turno com Fernando Haddad (PT) empatado tecnicamente com Jair Bolsonaro (PSL), mas agora aparece bem atrás. O que ocorreu para tamanha mudança?
Flávio Dino: Acho que o elemento surpresa foi a força de uma virulenta campanha de ataques nas redes sociais, algo claramente muito organizado, muito profissionalizado, que acabou por gerar um inesperado, que foi o crescimento da rejeição do Haddad. Acho que a questão central da eleição foi essa hegemonia que o bolsonarismo conseguiu estabelecer de sua agenda por intermédio da fake news. Não é uma coisa feita pelo Bolsonaro, é algo claramente feita por empresa, fala-se até de consultores estrangeiros, não sei afirmar isso, mas é algo muito organizado e planejado e que até aqui tem desequilibrado a eleição.
Como ex-juiz, o senhor vê ilegalidade passível de punição?
Claro que há uma brutal ilegalidade. Infelizmente há de um lado muita dificuldade no diagnóstico dos ataques e muita lentidão nos procedimentos jurídicos de repressão dessa ilegalidade. Veja que o tal falado kit gay demorou duas semanas até ser determinada a retirada, mas o dano já foi feito. Nós estamos diante de uma forma nova de ilegalidade, difícil de ser combatida. A Justiça Eleitoral vai ter de refletir sobre isso, porque com esse longo tempo, numa eleição de primeiro turno mais curto, se você deixa uma mentira, uma calúnia prosperar por semanas, a decisão judicial é quase que totalmente ineficaz. Nesse sentido é uma eleição contaminada por essa ilegalidade inédita nessa proporção. Isso que explica uma mudança tão profunda nos números. Vamos lembrar que, no primeiro turno, a rejeição do Bolsonaro era muito maior e, duas semanas depois, isso mudou radicalmente. E por que mudou? Por causa da rejeição ao PT? Não é verdade, senão teria se manifestado desde no primeiro turno, todos sabiam que ele era do PT. O que pegou e levou a rejeição foi sem dúvida a imposição de agenda de mentiras, ataques, calúnias, invenções, manipulações de declarações.
É possível reverter uma diferença tão grande?
Nós temos ainda 10 dias, e muito provavelmente precisa tentar mudar a agenda da eleição. A tentativa principal hoje é conseguir fazer com que o debate eleitoral não seja presidido por esse tipo de agenda, como tem sido, e seja colocada uma agenda real, sobretudo de emprego, de trabalho, políticas públicas. Talvez das eleições presidenciais que acompanho, a que me lembro que teve um debate similar de nível tão rebaixado foi de 1989, entre Lula e Collor. Com os candidatos do PT e PSDB havia um certo debate sobre votou contra e a favor do Plano Real, sobre privatizações, sobre a dívida do pais; agora está zerado.
Mas nesse cenário tem chance de reverter?
Olha, uma eleição em que todos os institutos de pesquisa não conseguiram captar os resultados do primeiro turno, a gente vê que há uma volatilidade muito grande e muito rápida do voto, com movimentos surpreendentes e que só foram captados na pesquisa boca de urna praticamente. Considerando isso considero que ainda tem jogo, é muito precoce dizer que a eleição está decidida.
Recentemente os ex-ministros Jaques Wagner (PT) e Cid Gomes (PDT) fizeram uma espécie de fogo amigo. Como o senhor avalia essas falas?
Eu acho que é totalmente fora de hora, fora de lugar, é absurdamente inadequado esse tipo de debate agora. Acho que ele é válido posteriormente. Agora não há mudança possível em relação a esse desenho, então é lutar com a situação tal como ela está posta. Eu não participo desse tipo de debate, nem que concordo ou discordo do discurso, só que acho que é um absurdo colocar esse debate nesses termos nesse momento. Não ajuda em nada diante da gravidade do que temos em curso. Não é uma eleição qualquer. A eleição do Bolsonaro sinaliza com uma possível ruptura da Constituição e da ordem democrática. Então, como é momento grave, acho que você não deve dispersar energia com coisas que nesse momento são secundárias, acessórias. Hoje é absolutamente desnecessário discutir se deveria ser candidato A, B ou C. O que é crucial hoje é impedir a vitória do Bolsonaro e tudo que ele representa de conteúdo antipopular, antidemocrático e antinacional.
O que o senhor acha da cobrança de uma autocrítica do PT?
Eu acho que sinceramente é indiferente, porque se fosse por esse ponto, Dilma não teria ganho 2014. Acaba sendo um falso debate esse da autocritica. Em 2014 já tinha começado a operação Lava Jato e não houve essa coisa de autocritica, de ajoelhar no caroço de milho em praça pública, se autoflagelar. E a Dilma ganhou. Novamente é um desvio do debate principal e é desnecessário. Na minha cultura política, a autocrítica você faz é na prática, mostrando mudanças de comportamento. Não existe esse momento de se autoflagelar, se autochicotear. Essa cobrança acaba enfraquecendo a candidatura do Haddad.
Como o senhor avalia um eventual governo Bolsonaro para o Nordeste? Acha que o fato dos governadores (re)eleitos até agora não o apoiarem vai afetar?
A questão é que o Nordeste faz parte do Brasil, e com certeza a agenda econômica que ele apresenta é de destruição de instrumentos fundamentais para o desenvolvimento brasileiro. Por exemplo: a Petrobras, os bancos públicos; ele fala de privatizações, de fechamento de órgãos públicos. Para o Nordeste é muito ruim não ter o Banco do Nordeste, por exemplo. É um retrocesso gigantesco, diria de décadas. Assim como Banco do Nordeste, a Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba) também é para o desenvolvimento regional. Então essa agenda de menos serviço serviço, de menos estado, de privatizações, fechamento de empresas pública é contrária ao Brasil e contra o desenvolvimento. Ela atrapalha quem mais precisa. Para o desenvolvimento regional é uma tragédia.
O senhor vislumbra Bolsonaro presidente de bom lido com gestores e parlamentares?
Até aqui, considerando a trajetória política dele dessas décadas no Congresso, não é alguém que se notabiliza pela aglutinação e diálogo. É claro que em um eventual governo dele, é dever de todos os governadores –e eu vou cumprir esse dever– dialogar com o governo federal. Claro que se essa for a decisão popular, da minha parte eu não me recuso ao diálogo. Agora o perfil dele não é muito animador, pelo contrário: ele tem sido um político de rompantes, mais de atitudes intempestivas, muito parecido com o Collor nesse sentido.
Muitos falam em risco a democracia com uma eventual eleição de Bolsonaro. O senhor vê esse risco?
Eu vejo riscos reais, infelizmente, porque quando você vê o que Bolsonaro fala, o que o vice dele fala, e você prospecta o nível de instabilidade que esse governo terá –de conflitos muito agudos, um governo de caos, periga até os democratas desse pais terem saudade de Michel Temer. Digo isso porque a agenda econômica que ele vai implantar –pelo que ele diz e pelo que o mago econômico dele (Paulo Guedes) diz– vai rapidamente destruir a popularidade do governo, como a reforma da Previdência nos termos que eles dizem. Então, na medida em que popularidade desse hipotético governo cairia muito rapidamente, se amplia a instabilidade. E na medida em que amplia a instabilidade com esses personagens que são inconsequentes, que não medem as palavras e as atitudes, realmente é um risco agudo. São pessoas imprevisíveis e incontroláveis. Há uma ilusão da classe dominante brasileira de que Bolsonaro e Mourão vão entregar o país a esse Paulo Guedes, que vai fazer o quer o tempo todo e vão só ficar comendo churrasco. Isso é uma grande bobagem. Uma parte da elite brasileira está torcendo para entregar o poder do país a uma pessoa que não tem compromisso democrático, a uma pessoa intempestiva, imprudente, inconsequente como ele mostrou a vida inteira. Inclusive com riscos de conflitos graves entre brasileiros com a agenda econômica que ele propõe.
O senhor teme um governo autocrático?
Até aqui a atitude deles é profundamente autocrata. Portanto, não vejo de onde extrair otimismo desse hipotético governo.
Os Sarney tiveram mais uma derrota nas urnas e ficam fora do poder executivo e de Brasília depois de décadas. Inclusive, eles apoiam Bolsonaro. Como o senhor avalia a sua vitória e o futuro da família?
Eles estão muito enfraquecidos. Na verdade, eles sempre tiveram força local porque tiveram força nacional, aplicaram a cartilha do coronelismo com muita precisão, apoiaram todos os governos ferais desde [Juscelino] Kubitschek [1956-1961] para ter poder e hegemonia a política aqui no Maranhão. Na medida em que o espaço nacional deles hoje é zero, eles têm muita dificuldade de se posicionar. Roseana anunciar seu apoio ao Bolsonaro só vem a confirmar aquele que disse esses anos todos: a relação dela com o lulismo era oportunista. Quando aparentemente o lulismo pode ter uma derrota, ela é a primeira a pular do barco e se alinhar a um eventual novo governo. Só confirma que eles se alinham a qualquer governo, o negocio deles é se dar bem. Eles devem estar atrás de franjas de poder, de migalhas desse banquete, mas na conjuntura atual é muito difícil porque eles estão muito pouco a oferecer.
O PCdoB foi um dos partidos que não atingiu a cláusula de barreira e pode perder o fundo partidário. O que se planeja a partir de agora?
O PCdoB vai fazer o debate após segundo turno, já falamos inicialmente e vamos ver quais são as alternativas legais. Por exemplo: fusão com outros partidos. Esse é o caminho provável, de buscar articulação com outros partidos que permitam nossa bancada a funcionar lá na Câmara.
Por falar em partido, nessa eleição é comum ouvir o termo comunista como uma crítica a políticos e eleitores de esquerda…
[Risos] Isso é uma distorção histórica no Brasil em torno no sentido dessa palavra. Por conta dessas ditaduras que o pais teve, especialmente a de 1964, estigmatizou-se muito fortemente esse termo, e até deu uma força que os comunistas nunca tiveram. Qualquer pessoa que pensasse em termos de liberdade, como artistas, jornalistas, padres etc. eram classificados de comunista. Qualquer pessoa que incomodasse o regime dominante, os poderosos, era etiquetado como se fosse comunista, a encarnação do mal. É muito triste de um lado, e ridículo de outro, imaginar que um partido pequeno como o nosso é responsável pelos males da nação. Ao contrário disso, temos colaborado muito para essa nação avançasse. Isso é um retrato da nossa direita troglodita, militarista, saudosa da ditadura. Apenas isso.

Ronaldinho e Rivaldo podem ser afastados do Barcelona por apoio a Bolsonaro





247 - Os ex-jogadores Ronaldinho Gaúcho e Rivaldo podem ser afastados da função de embaixadores do FC Barcelona por terem declarado apoio a Jair Bolsonaro. De acordo com o jornal espanhol Sport, "a homofobia, a misoginia e o racismo que Jair Bolsonaro proclamou ao longo dos seus mais de 30 anos de carreira política e que exaltou durante a campanha eleitoral são inaceitáveis ​​do ponto de vista da óptica do Barça, uma vez que o Barça é um dos os clubes que se posicionaram mais internacionalmente do lado oposto ao de Bolsonaro".
"A questão que o clube tem visto com preocupação não é posicionar-se e pedir o voto democraticamente, mas dar o voto explícito a posições totalitárias contra a defesa dos direitos humanos, independentemente do que acabará sendo sua ação governamental", continua o periódico.
Segundo a publicação, "Ronaldinho tem um acordo comercial com o Barça como o clube cobra pela participação em eventos". "O papel de Ronaldinho não é diferente do de Rivaldo, que colabora regularmente nos atos Legends ou Penya. Assim, Rivaldo, que também apóia publicamente Bolsonaro, também perderá sua parte nos eventos do Barça".

Prefeito Edivaldo entrega novos kits com fardamentos e equipamentos a agentes de combate a endemias




O prefeito Edivaldo entregou, nesta terça-feira (16), a agentes de combate a endemias da capital, novos kits contendo uniformes e equipamentos individuais de trabalho. A iniciativa integra as ações da gestão do prefeito Edivaldo de valorização dos profissionais que desenvolvem importante trabalho de controle à doenças e visa  promover mais qualidade ao serviço ofertado à população. O ato de entrega dos kits – compostos por bolsa, calças, camisas, bota, boné, repelentes e protetor solar – aconteceu no ginásio do Parque do Bom Menino, com a presença de grande número de profissionais que compõem as equipes do município.
Durante a entrega, o prefeito Edivaldo destacou a importância dos novos itens entregues, para a efetivação das ações de combate às arboviroses como dengue, chikungunya e zika vírus em São Luís. “Além de garantir uma melhor apresentação e identificação de nossos agentes no trabalho de porta a porta nas ações de combate às endemias, os novos equipamentos promovem também mais segurança no desempenho de suas funções e melhores condições à execução desse trabalho que é fundamental para garantir a saúde da população”, afirmou Edivaldo que estava acompanhado da primeira-dama, Camila Holanda; do vice-prefeito Julio Pinheiro; e do secretário municipal de Saúde, Lula Fylho.
Pela primeira vez os profissionais da área participaram de todo o processo de escolha dos equipamentos e da tomada de decisões quanto à qualidade dos materiais adquiridos. “São eles que estão à frente do trabalho diário travando essa guerra contra o mosquito Aedes aegypti, portanto, nada mais importante e democrático que ouvi-los sobre o que melhor convém à categoria na execução de seu trabalho”, frisou Edivaldo acrescentando ainda  que graças ao bom trabalho desempenhado pelos profissionais a Prefeitura de São Luís conseguiu reduzir este ano, em relação ao ano passado; em cerca de 60% o número de casos de dengue e em 68% os de zika e chikungunya.
Segundo o vice-prefeito Julio Pinheiro, com a entrega dos novos uniformes e equipamentos de trabalho aos agentes, a Prefeitura não apenas investe na valorização do trabalhador e na melhoria do serviço, como também garante à população meios para melhor identificar os agentes que chegam às suas casas para combater os focos do isento causador das doenças.
“São intervenções importantes no combate às endemias e em favor da saúde da população, principalmente agora que estamos nos aproximando do período chuvoso. O uniforme adequado faz com que os agentes trabalhem mais motivados e sejam valorizados pela população. Além disso, proporcionando melhores condições de trabalho aos profissionais, consequentemente teremos resultados mais efetivos no enfrentamento a essas doenças”, observou Julio Pinheiro.

Os agentes de endemias trabalham em toda a cidade e têm sido importantes para garantir a redução dos casos de dengue, chikungunya e zika vírus, através das visitas domiciliares para identificação e tratamento de possíveis focos do mosquito transmissor dessas doenças.
O secretário municipal de Saúde, Lula Fylho, também atribuiu a queda na incidência de dengue, febre chikungunya e zika vírus em grande parte ao esforço empreendido pelos agentes de endemias na capital. “A maior prova de que o trabalho de nossas equipes de agentes de endemias tem dado certo é que tivemos uma redução drástica no número de pessoas que procuram nossas unidades de saúde com sintomas dessas doenças”, disse Lula Fylho.
“Os agentes de endemias trabalham em toda a cidade e têm sido importantes para garantir a redução dos casos destas doenças, através das visitas para identificação e tratamento de possíveis focos do mosquito transmissor. É um trabalho silencioso, realizado com muita diligência por nossos agentes, e que tem apresentado resultados muito satisfatórios”, acrescentou Lula Fylho.
As iniciativas de valorização da categoria também foram destacadas pelo presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Controle de Endemias do Estado do Maranhão (Sintracema), Bernardo Medeiros. “Hoje temos um fardamento realmente de melhor qualidade. Fomos ouvidos e participamos efetivamente do processo de escolha, inclusive com relação até mesmo à cor dos uniformes, o que consideramos extremamente importante para identificação da nossa categoria. Sem dúvida, na gestão do prefeito Edivaldo avançamos muito no nosso objetivo de trabalhar com mais dignidade”, relatou Medeiros.
Em ato simbólico, o prefeito fez a entrega do kit a agente Francineide Nogueira, que disse considerar louvável a iniciativa de melhor paramentar o profissional para o trabalho de campo. “São equipamentos que nos proporcionam mais segurança no ambiente de trabalho e melhores condições para desempenharmos a contento nossa função”, disse ela.
O agente de endemia Antônio Travassos Nunes, que atua no Distrito de Saúde do Tirirical, também enalteceu a iniciativa. “Pela primeira vez recebemos fardamentos feitos com materiais realmente de qualidade. Isso nos dá mais motivação para trabalhar e nos ajuda a ser melhor identificados pela população durante as nossas visitas domiciliares”, observou.
VALORIZAÇÃO
Visando uma maior qualificação e valorização dos profissionais, a Prefeitura de São Luís realizou, em setembro deste ano, o curso Introdutório para Agentes Comunitários de Endemias (ACE). O curso reuniu 150 agentes, com o objetivo fortalecer a atenção primaria em saúde no processo de formação dos profissionais. A capacitação, promovida pela Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento (Seplan), via Escola de Governo e Gestão Municipal (EGGEM), atendeu a uma demanda específica da Secretaria Municipal de Saúde (Semus), sendo colocadas em prática na gestão do prefeito Edivaldo.
Com a qualificação, os agentes comunitários de endemias aprimoraram sua formação para atuarem no Sistema Único de Saúde, a partir de conhecimentos das normas e instrumentos essenciais à sua atuação cotidiana, no controle ambiental de riscos e danos à saúde e a responsabilidade no desempenho de função pública.
Também estiveram presentes à solenidade de entrega dos novos kits, o vereador Pavão Filho, os secretários municipais José Cursino (Planejamento) e Rommeo Amim, a secretária adjunta de Serviços de Saúde, Natália Mandarino; o coordenador do Programa de Combate às Arboviroses, Pedro Tavares, entre outras autoridades.

terça-feira, 16 de outubro de 2018

Ex-líder da Ku Klux Klan elogia Bolsonaro: “ele soa como nós”

Segundo David Ducke, Bolsonaro tem as características que ele defende no movimento de supremacia branca, criado nos EUA no século XVIII para assassinar negros.
Revista Fórum  


Ex-líder da KuKlux Klan, político, nacionalista branco, historiador da conspiração antissemita e negador do holocausto, David Duke elogiou Jair Bolsonaro, candidato do PSL à Presidência do Brasil, no programa de rádio comandado por ele, segundo reportagem da BBC. “Ele soa como nós. E também é um candidato muito forte. É um nacionalista.”
Segundo Ducke, Bolsonaro tem as características que ele defende no movimento de supremacia branca, que foi criado nos Estados Unidos no século XVIII e ficou conhecido principalmente por assassinar negros nos estados do sul do país.
“Ele é totalmente um descendente europeu. Ele se parece com qualquer homem branco nos EUA, em Portugal, Espanha ou Alemanha e França. E ele está falando sobre o desastre demográfico que existe no Brasil e a enorme criminalidade que existe ali, como por exemplo nos bairros negros do Rio de Janeiro”, afirmou Duke – que frequentemente classifica o prêmio Nobel da Paz sul-africano Nelson Mandela como um “terrorista”.
Em sua conta no Twitter, Ducke também demonstra sua simpatia pelo capitão da reserva ao retuitar post de um usuário que diz: “Bolsonaro está prestes a conquistar a Presidência brasileira em 28 de outubro! Deve assistir!”. No vídeo publicado, Bolsonaro faz uma crítica enfática sobre o que considera “a desconstrução da heteronormatividade”.
Ducke foi um dos Representantes do estado da Luisiana na Câmara estadunidense e se opôs duas vezes à proposta de que o aniversário de Martin Luther King fosse comemorado como um dia festivo no estado. Em 2002 foi condenado por fraude e evasão fiscal.

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Avanço das políticas públicas marca Dia do Professor no Maranhão



“A minha vida inteira, o meu projeto de vida foi viver dentro de uma escola. Eu sou professora da rede estadual há mais de vinte anos. Agora, na reta final para a aposentadoria, eu me deparo com um projeto de educação que me oportuniza ver o meu aluno o dia inteiro na escola, bem alimentado, feliz e bem acolhido. E eu tenho datashow, equipamento de som, impressora, tenho, cola, tenho lápis, material para fazer o que for preciso”. O depoimento, com voz embargada e acompanhado por olhos marejados, é da professora Simone Silva Santos, gestora pedagógica do Centro de Educação Integral, no Vinhais, que se emociona ao falar que, hoje, tem uma escola muito mais estruturada para desenvolver o seu trabalho.
“Eu me emociono, porque pode parecer pouco, mas, para mim que a vida inteira na escola não tive essa oportunidade de fazer muito do que desejava por falta de material, de estrutura, isso vale muito. Eu vivi para ver isso acontecer. E eu dou o melhor”, completou a professora.
“Ser professora ou professor no Maranhão, hoje, é ter um mundo de possibilidades e de oportunidades. É você poder desempenhar o seu papel de educador com tranquilidade, porque você tem todo apoio necessário para isso”. A fala, que também traduz novos tempos na educação do Maranhão, vem da professora goiana Viviane Nunes Siqueira, gestora do Centro de Educação Integral Joana Batista, na Cidade Olímpica.
Em 2015, a professora Viviane deixou para atrás os parentes e a terra natal, para fazer o concurso para professores da rede estadual, promovido pelo Governo do Maranhão, cujo salário inicial era de R$ 5 mil. Aqui, ela diz que encontrou mais que um emprego e o melhor salário do país, pago a professores de uma rede estadual. “Eu fiz o concurso em dezembro, em janeiro já saiu o resultado e, em abril, eu já fui nomeada. Eu vi a seriedade da gestão estadual. Porque em muitos lugares a gente faz o concurso, passa, e não é chamada. Eu tenho 20 anos de carreira na educação e ainda não tinha visto um governo com um olhar voltado para a educação de uma forma tão especial. E outras oportunidades foram surgindo nesses três anos, tanto que hoje eu sou gestora do CEIN Joana Batista, uma das Escolas de Tempo Integral. Não me arrependo de ter vindo”, concluiu a professora.
“Nós entendemos que não se faz educação de qualidade sem pensar na valorização do professor que está na linha de frente, em sala de aula. E, esta é uma das maiores preocupações do governador Flávio Dino, que respeita e reconhece o trabalho desses profissionais tão importantes no processo de construção da educação que tanto desejamos para o nosso Maranhão”, enfatizou o secretário de Estado da Educação, Felipe Camarão.
O professor Ronilson Pinto tinha duas matrículas efetivas de 20 horas na rede pública estadual e outra, também de 20 horas no município. Estava prestes a perder um dos salários, porque por lei não podia acumular três nomeações. Em 2017 veio a solução para ele e muitos outros professores que estavam na mesma situação. O concurso para unificação de matrículas, que possibilitou a professores que pudessem ser reenquadrados na tabela remuneratória de 40 horas semanais.
“Essa fantástica política do governo de unificar matrículas, além de resolver a questão da falta de professores, beneficiou a categoria nas questões salarial e da previdência, uma vez que antes não podíamos nos aposentar com três matrículas de 20 horas. Agora, o professor vai poder ter a nomeação de 40 horas e outra de 20. Isso representa melhora salário na aposentadoria”, disse o professor.
Professor de História em uma escola da rede estadual de ensino, na cidade de Mata Roma, na região do Baixo Parnaíba, a 264 quilômetros de São Luís, o professor Francisco Alves Ferreira, também ressaltou os ganhos e a valorização profissional dos educadores. “É uma gestão de compromisso, voltada para melhoria do ensino, com a construção de escolas, ampliação da jornada e unificação de matrículas dos docentes, o que nos dá mais vontade e mais dignidade no fazer da nossa atividade pedagógica”, avaliou.
O maior salário pago a professores de uma rede estadual, no país, a unificação de matrículas, estrutura da escola, material pedagógico à disposição dos educadores, a Escola de Tempo Integral, novo modelo educacional implantado no estado, são apenas algumas das ações implantadas pelo Estado para garantia a melhoria da educação e para a valorização dos professores.
Conquistas em números
Nos últimos quase quatro anos, os educadores do Maranhão tiveram ganhos gradativos, constantes e significativos em suas carreiras. E muito mais do que cumprimento de direitos, são ganhos que representam conquistas históricas reconhecidas pelos próprios educadores. Entre as conquistas, estão:

 O concurso público para 1.500 professores com carga horária de 40 horas;
 Concursos internos de ampliação de jornada e a unificação de matrículas, em 2017 e 2018, beneficiando 2.400 professores;
 Mais de 26 mil professores beneficiados com progressões, promoções e titulações;
 Em três anos houve recomposição salarial de 30,35%, valor acima da inflação do período;
Maior remuneração do país para professores de 40h, 5.750,84 (sem titulações).

domingo, 14 de outubro de 2018

#BOL卐ONARO: Postagens que associam Bolsonaro ao nazismo dominam o Twitter

A tag #BOLONARO , que substitui o S do nome do presidenciável por uma suástica, chegou aos Trending Topics mundiais do Twitter; postagens resgatam falas de Bolsonaro de cunho nazi-fascista. Confira
Revista Fórum  



As ligações do candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) com ideias nazi-fascistas ficaram em evidência, neste sábado (13), nas redes sociais. A tag #BOLONARO, que substitui o S do nome do presidenciável por uma suástica nazista, chegou aos assuntos mais comentados do mundo no Twitter.
Nas postagens, internautas resgatam frases e posicionamentos de Bolsonaro que o colocam próximo dos nazistas e neonazistas. Seu apoio a grupos de extermínio, o ódio aos “comunistas”, mulheres, negros, nordestinos e LGBTIs estão entre as situações exploradas.
Cabe lembrar, ainda, que o capitão da reserva já escreveu uma carta de solidariedade a um grupo neonazista de São Paulo que o apoia e que, nas últimas semanas, suásticas e mensagens de ódio, exaltando o nome de Bolsonaro, vêm sendo pichadas e desenhadas em universidades, escolas e espaços públicos pelo Brasil afora.
O próprio slogan de campanha e o nome da coligação de Bolsonaro faz alusão direta a um slogan da Alemanha de Hitler. “Brasil acima de tudo. Deus acima de todos” é uma referência à frase “Deutschland über alles” que, em português, significa “Alemanha acima de tudo”. A frase, inclusive, foi suprimida do hino nacional alemão após a Segunda Guerra Mundial.
Confira, abaixo, parte da repercussão da tag que associa o candidato do PSL ao nazismo.

não tem uma linha, em seu plano de governo, que contempla a vida de pessoas negras. Ele finge que as diferenças não existem, que a polícia não tem olhar preconceituoso

O silêncio do candidato favorece o racismo, pra ele somos apenas arrobas
https://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1204200129.htm 
'E Jesus, respondendo, disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane;
Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Messias; e enganarão a muitos.' Mateus 24:4-5

O Anticristo

sábado, 13 de outubro de 2018

Ódio: racistas, xenófobos e nazistas de prontidão para governar o Brasil

JM Cunha Santos



Dá para lembrar as multidões cegas em torno de Hitler, na Alemanha, querendo punir o mundo por um passado que em nenhuma hipótese poderia ser pior que o futuro que se avizinhava.
Hoje, no Brasil, a suástica que levou à morte mais de 40 milhões de pessoas durante a segunda guerra mundial, é desenhada a ferro na carne das mulheres e o ódio que alimenta a campanha do capitão Bolsonaro se espalha como única proposta de solução para os problemas do país.
O ódio fede. Fede a carniça. A singeleza da frase “Lute como uma garota”, na camisa da funcionária pública Paula Pinheiro Ramos Pessoa Guerra, é respondida com espancamento, selvageria e covardia. Nasce aqui a xenofobia tropical e os nazistas desprezados em todo o mundo se sentem capitães de uma guerra que, até então, não tinham como começar. O racismo ganha corpo, pendurado na boca de um general candidato a vice-presidente que vê nos negros e nos nordestinos as sobras de uma sub-raça que, a seu talante, somente na condição de escrava deveria pertencer ao Brasil.
Pregam a ideia louca de armar toda a população como forma de legítima defesa. Um revólver ou um fuzil em cada casa e o sangue escorrendo aos borbotões num país que sempre foi sinônimo de paz e de concórdia. Estão defendendo a carnificina.
A imprensa, sob o choque das lágrimas, da repulsa e da revolta, é orientada pelos patrões da mídia, na Band e na Record, a defender essa insanidade que, fatalmente, dividirá o Brasil não mais em regiões, mas em mortos e feridos.
E aqui no Maranhão, celeiro dos maiores poetas do país, Roseana Sarney, Adriano Sarney e Roberto Rocha, porque derrotados democraticamente, pregam todo apoio ao capitão Bolsonaro, o capitão da morte certa que, sem meias palavras, parece disposto a conduzir o país a uma guerra civil.
“E eu, que não creio, peço a Deus por minha gente, é gente humilde, que vontade de chorar”...

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Haddad pretende taxar os super-ricos para 'desafogar' a classe média





247 - A área de economia da campanha de Fernando Haddad estima que a taxação de super-ricos vai render R$ 80 bilhões por ano aos cofres públicos. A conta preliminar é do grupo que assessora o petista e tem como porta-voz o economista Guilherme Mello, professor da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). Mello explica que super-ricos são aqueles que ganham entre 40 e 60 salários mínimos mensais, uma faixa de renda que vai de R$ 38,2 mil a R$ 57,2 mil.
A reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaca que, segundo a Receita Federal, "175,1 mil brasileiros estavam nesse intervalo de tributação em 2016 - dados mais recentes disponíveis".
Com os R$ 80 bilhões, afirma Mello, o futuro governo teria recursos de sobra para cumprir uma das metas do programa de Haddad: a isenção de Imposto de Renda de quem ganha até cinco salários mínimos (R$ 4.770).
A matéria acrescenta que "a projeção dos economistas do PT, também feita a pedido da reportagem, é que a isenção do IR até cinco salários mínimos trará perdas de R$ 34 bilhões anuais".
Mello, no entanto, explica que tudo isso são simulações e que os termos da realização da nova política de imposto serão negociados com o Congresso Nacional em caso de vitória de Haddad.

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Servidora pública é espancada em PE após criticar Bolsonaro


A servidora conta que estava com adesivos colados do candidato Ciro Gomes e havia bottons com as inscrições "ele não" e "lute como uma garota"

servidora pública Paula Pinheiro Ramos Pessoa Guerra, 37, foi espancada na noite do último domingo (7), em um bar localizado no bairro do Arruda, Zona Norte do Recife, após criticar ideias do candidato Jair Bolsonaro (PSL).
Ela foi agredida por uma mulher que estava numa mesa de apoiadores do capitão reformado do Exército. Paula contou à reportagem que, enquanto era esmurrada, outros três homens imobilizaram os garçons do local e uma pessoa que a acompanhava. 
Ela fraturou o rádio, osso do antebraço, e foi submetida a uma cirurgia na noite do mesmo dia em que foi agredida. A vítima está com hematomas no rosto e escoriações em todo o corpo.
A servidora pública da Fundação Joaquim Nabuco conta que estava com adesivos colados na camisa do candidato Ciro Gomes (PDT) e da candidata ao governo de Pernambuco Dani Portela (PSOL). Também havia bottons com as inscrições "ele não" e "lute como uma garota".
"Fui ao bar, que frequento há muito tempo, para acompanhar a apuração. Gosto muito de política. Antes da confusão, chegamos a conversar com eleitores de Bolsonaro normalmente", explicou. Paula relata que havia uma mesa com quatro pessoas. Após iniciar a conversa sobre as ideias do candidato do PSL, ela conta que dois homens passaram a falar de mulheres num tom bastante agressivo.
"Foi tão agressivo que eu filmei com o meu celular. Depois, fui para a minha mesa. Uma mulher que estava com eles se dirigiu a mim, mandou eu levantar e já me deu um murro no rosto. Caí no chão e comecei a ser espancada. Só a mulher me agrediu. Entrei em pânico", diz.
Neste momento, de acordo com Paula, outros três homens que acompanhavam a agressora imobilizaram os garçons. "A pessoa que estava comigo também foi imobilizada. A mulher, após várias agressões, estourou o meu celular no chão. Eu não lembro direito de tudo o que ocorreu porque fui muito agredida", relembra.
Paula e a pessoa que a acompanhava tiveram que se trancar na cozinha do bar. Pouco tempo depois, o grupo foi embora. Na tarde desta quinta-feira (11), ela vai se reunir com a secretária da Mulher do Governo de Pernambuco, Silvia Maria Cordeiro, para cobrar investigação sobre o caso. 
Com informações da Folhapress. 

Flávio Dino defende frente ampla contra o extremismo


Em entrevista à Rádio CBN nesta quarta-feira (10), o governador reeleito no Maranhão, Flávio Dino, defendeu o apoio de partidos e candidatos de esquerda em torno de Fernando Haddad para enfrentar Jair Bolsonaro no segundo turno das eleições à presidência.




“Movimentos de aliança em torno do Haddad ajudam a demonstrar de que se trata de uma frente ampla contra uma posição extremista de direita, ditatorial, que ataca pessoas no meio da rua”, frisou Flávio Dino.

Para ele, a candidatura do PT não é mais exclusiva do partido, pois expressa anseios de vários setores sociais. Flávio Dino aponta o PDT de Ciro Gomes se juntou nessa aliança, assim como o PSB, em apoio declarado à Haddad nesta terça-feira (9).

Dino se referiu à trajetória comum entre o brizolismo, o trabalhismo e as correntes populares nacionais democráticas, para justicar o apoio do PDT,. a exemplo do que fez o PSB.

Segundo Flávio, os desafios da frente ampla estão em desconstruir a falsa polarização entre as duas candidaturas, e defender uma agenda positiva, de propostas e soluções para a vida prática da população, onde o candidato do PT obteria vantagens.

“Nós temos que fugir do lugar comum que Haddad e Bolsonaro são dois extremos. Não são”, enfatiza. “A candidatura extremista, sem dúvida alguma, é demostrada pelo uso da violência, por ataques à liberdade de imprensa, por ideias esdrúxulas”, completou, se referindo à campanha de Bolsonaro.

Dino reforçou, ainda, o compromisso de Haddad com à democracia, na esteira dos demais governos progressistas desde a redemocratização. “Todas as vezes que a esquerda chegou ao governo foi por intermédio do voto popular e nunca houve uma virada de mesa”.

O mesmo, reitera, não pode se dizer em relação a Bolsonaro e seu vice, o general Hamilton Mourão, “que tem demonstrado, por intermédio de declarações, que é contra a Constituição de 88”, que deve ser preservada, por se tratar de “um pacto civilizatório fundamental”.

Agenda positiva

Dino enfatizou a importância de promover uma agenda próxima do cidadão atualmente preocupado com questões práticas fundamentais, como emprego e segurança pública. Essa agenda real da campanha tem sido desviada pelas fake news, na opinião do governador.

“Nós temos que trazer o debate para esses pontos concretos, porque aí se evidencia que o Haddad tem propostas, claras e muito melhores, do que aquelas que o candidato Bolsonaro pode apresentar”, afirmou.

Em relação à segurança, Flávio Dino sugere a criação de uma força nacional permanente para auxiliar as polícias estaduais, como contraproposta ao armamentismo defendido pela chapa adversária.

“Segurança pública precisa de armas, a questão é nas mãos de quem. Existem profissionais treinados para manusear armas. Qualquer sociedade que optou por outro caminho aumentou a violência”, finalizou o governador do Maranhão.  

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Bolsonaro foge do debate com Haddad na Band




247 – O serviço de informações Broadcast, da Agência Estado, acaba de confirmar: o candidato Jair Bolsonaro, do PSL, vai usar atestados médicos para fugir do debate com Fernando Haddad, na sexta-feira 12, na Rede Bandeirantes, no que seria o primeiro encontro, olho no olho, entre os presidenciáveis. A dúvida, agora, é saber se a Band irá fazer uma entrevista exclusiva com Haddad. 
Segundo o jornalista Ricardo Noblat, jornalistas da Band e da Record foram instruídos pelos patrões a atacar Haddad e Ciro Gomes – e, portanto, favorecer Bolsonaro.  "É de desolução, de revolta e, em alguns casos, até de choro o clima no jornalismo das duas emissoras. Ciro Gomes, ex-candidato do PDT, será um dos primeiros alvos de tais reportagens", escreveu ele no Twitter.
Na última quinta-feira (4), enquanto ocorria o debate entre os presidenciáveis na Rede Globo, Jair Bolsonaro (PSL) concedia entrevista exclusiva à Record. A emissora, controlada pelo bispo Edir Macedo, decidiu apoiar Bolsonaro, na esperança de ocupar o espaço da Globo.