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domingo, 28 de junho de 2015

Governo refuta Nota atribuída à pastoral Carcerária

A respeito de nota atribuída à Pastoral Carcerária, o Governo do Maranhão tem a informar:

1 – A nota é absurdamente inverídica, pois jamais o governador do Estado afirmou que o sistema penitenciário estava perfeito e isento de problemas, tampouco se “descontrolou”. Frise-se que a reunião encontra-se gravada e terminou com uma festiva foto, com todos os participantes.
2 – O governador do Estado apenas respondeu a uma equivocada afirmação de que o sistema penitenciário “piorou” neste ano de 2015. Ao fazê-lo, resumiu os avanços e anunciou as medidas que serão adotadas para continuar melhorando. Lembramos que, neste ano, houve uma redução de 61% no número de fugas e de 63% no número de mortes, e nenhuma rebelião em Pedrinhas. Os dados são públicos e estão à disposição de todos.
3 – Na verdade, a nota atribuída à Pastoral Carcerária deriva da revelação de que um dos seus membros recebia remuneração indevida de uma empresa terceirizada no sistema penitenciário. O que gera, aí sim, reações prepotentes e descontroladas.
4 – Sobre a presença da Pastoral Carcerária em Pedrinhas, ela será sempre bem vinda, assim como tem sido bem recebidas todas as instituições que verdadeiramente querem melhorar a execução penal no Brasil. O governo do Maranhão vai continuar corrigindo os erros do sistema penitenciário, nos termos de Acordo assinado com o presidente do Supremo Tribunal Federal e outras autoridades.

No Twitter, o governador Flávio Dino mostrou toda sua indignação e disse que governa com a serenidade e firmeza necessárias para enfrentar chantagens:

“Qual a legitimidade da crítica de alguém que recebia dinheiro do Governo anterior e está irritado por que perdeu a benesse”??
“Governo o estado com a serenidade e a firmeza necessária para enfrentar chantagens e a raiva dos privilegiados de ontem. Seja quem for”.

“No nosso governo, diálogo significa conversar com seriedade, não distribuir dinheiro público para ser "simpático" e comprar silêncios”.

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