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terça-feira, 18 de abril de 2017

O ódio dos Sarney e a delação contra Flávio Dino tem endereço certo: a eleição de 2018

JM Cunha Santos


O mar de contradições em que mergulhou o senhor José de Carvalho Filho ao citar o governador Flávio Dino em delação premiada, me dá a certeza de que a direita acuada pela Justiça age para incluir na Lava Jato adversários que não tiveram participação nenhuma nesse atual estágio de degradação nacional.
A delação contra o governador Flávio Dino é uma farsa monstruosa. Uma hora são R$ 400 mil, outra hora são R$ 200 mil e o delator também não sabe quem teria pago nem quem teria recebido o pagamento.
Confirma-se, em seguida, que o então deputado federal Flávio Dino nem sequer deu parecer sobre o tal projeto de lei 2279 que beneficiaria investimentos da Odebrecht em Cuba e, mais grave ainda, exatamente porque Flávio Dino não deu parecer nem se manifestou de nenhuma outra forma sobre o projeto, o mesmo tramita há dez anos na Câmara e jamais foi votado.
Mas a mentira tem pernas curtas. A imprensa divulgou que no dia 15 de março de 2011, o deputado federal Sarney Filho, na condição de coautor, pediu o desarquivamento do projeto citado na delação contra Flávio Dino. Com que intenções?
O real é que os contumazes assaltantes do setor elétrico e do setor de transportes no Brasil (vejam o amontoado de propinas cavadas no Ministério das Minas e Energias e na Ferrovia Norte-Sul pelo grupo Sarney) usam o subjornalismo do Sistema Mirante de Comunicação na vã tentativa de desgastar o governo e o governador Flávio Dino, visando à eleição de 2018.
Foi assim quando trataram sobre o reajuste do ICMS, foi assim quando usaram criminosamente as crianças da Aurora, quando tentaram, inutilmente, fomentar greves de professores e de policiais no Estado. O ódio dos Sarney se concentra em tudo o que o governador Flávio Dino está conseguindo fazer e eles jamais fizeram: na redução da criminalidade em todos os níveis e incorporação de mais 2.500 homens às forças de segurança do estado, no pagamento do maior salário do país ao magistério, nos resultados geométricos do Programa Escola Digna, do Programa de Segurança Alimentar e do Programa Mais Asfalto, para citar somente alguns exemplos. O ódio e os ataques furiosos crescem à medida que o ano eleitoral se aproxima.

Ódio e desespero que fervem na mesma panela de pressão porque não têm candidatos para enfrentar Flávio Dino em 2018 e os poucos prováveis poderão estar presos ou inelegíveis antes que o TSE autorize o primeiro discurso de campanha.

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