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sexta-feira, 5 de maio de 2017

Segurança: as máfias se desintegram no Maranhão

JM Cunha Santos


No Maranhão as máfias se desintegram. E o Estado deve se orgulhar dessa nova polícia que surgiu com o governo Flávio Dino e com a ascensão do delegado Jefferson Portela ao cargo de Secretário de Segurança Pública, além, é claro, de toda uma equipe constituída pelo delegado geral Lawrence de Melo, comandante da PMMA, coronel Pereira e diversos superintendes que planejam o combate ao crime organizado.
Diluiu-se, por aqui, o provérbio segundo o qual só negros e pobres vão parar na cadeia. Hoje, no Maranhão, os grandes mafiosos e corruptos de toda ordem sentem o peso da lei. Eles, sim, responsáveis pela deformação da ordem pública, pelo desrespeito aos princípios éticos e do Direito, pela miséria diuturna de suas comunidades e, muitas vezes, pelo descrédito da Justiça junto aos cidadãos.


Às recentes prisões de empresários e laranjas e do agiota Pacovan, somam-se tantas outras, de tantos outros poderosos que, na vigência de governos sediados na influência nefasta do sarneisismo, sentiam-se - e estavam mesmo - acima das leis. Como semideuses do crime, jamais eram alcançados pelos rigores da lei, porque a própria formação ideológica corrupta de líderes e governantes aconselhava à impunidade.
O poder de investigação da Polícia Civil cresceu nestes últimos dois anos e quatro meses em proporções geométricas e a presença maciça da Polícia Militar em todos os fronts do combate à criminalidade contém os homicídios, reduzidos em 29 %, os estupros, os assaltos a bancos, os latrocínios etc. E contidos também em proporções geométricas estão a agiotagem e a pistolagem, patrocinadas e/ou estimuladas antes do governo Flávio Dino por organizações criminosas e assimiladas como coisa natural durante a vigência do sarneisismo por senhores de colarinho branco muito bem assentados nas instituições públicas.

Vivíamos o terror na região metropolitana de São Luís. Eram muito poucos os policiais e, portanto, inexequível o policiamento. Foi quase uma denúncia de corrupção por semana no correr do governo Roseana Sarney, nas mais diversas secretarias, um estado de degenerescência política que suplantava as mais pessimistas previsões. E isso estimulava o crime em todas as suas vertentes, níveis e versões. Hoje em dia nesse Estado ou as máfias se recolhem ou são recolhidas à prisão.

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