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quarta-feira, 12 de julho de 2017

Michel Temer está transformando as instituições públicas do país num imenso sifão; e com apoio dos traidores maranhenses Roberto Rocha, João Alberto e Edison Lobão

JM Cunha Santos


É tanta porcaria que a fedentina pode alcançar os alpes: R$ 1,8 bilhão em emendas parlamentares liberados para comprar votos e consciências de deputados; troca de membros da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, via negociatas indecentes e sabe Deus a que preço para os brasileiros; cooptação fisiológica de ministros do STF, sob o comando de Gilmar Mendes, compra da Executiva do PMDB para fechar questão em torno da denúncia da PGR contra o presidente mais corrupto da história do Brasil, apontado como chefe de organização criminosa e, para desgraça dos trabalhadores brasileiros, a aprovação às pressas de uma reforma trabalhista que os transformará em reféns dos patrões.
A aprovação da Reforma Trabalhista corroeu a Consolidação das Leis do Trabalho – CLT como ácido, veneno da vontade escravocrata de uma quadrilha que assaltou o Palácio do Planalto e lá instalou seu chefe, Michel Temer. O seguimento desse crime será a aprovação da Reforma da Previdência que simplesmente desintegra o sistema de aposentadorias e pensões do trabalhador brasileiro, entre outros crimes.
O assassinato da CLT contou com os votos dos três senadores maranhenses, os traidores da classe trabalhadora que por todos os seus atos envergonham o Maranhão. A Reforma foi aprovada às pressas para agradar os grandes empresários que muito podem contribuir para a compra de deputados a favor de Michel Temer na mais escabrosa sujeira já perpetrada contra as instituições públicas deste país. Michel Temer transforma a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, o Senado da República, a Câmara Federal, o Congresso Nacional alguns partidos políticos, além de setores visíveis da Justiça, num imenso sifão, comprando todo mundo com o dinheiro de sua quadrilha. E o Brasil pode assistir, perplexo e inútil, à vitória de um governo que recebe dinheiro em malas e representa a maior desgraça institucional da história do Brasil.

A julgar por seus votos, Roberto Rocha, João Alberto e Edison Lobão, estão de acordo com toda essa sujeira.  

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