Esta
semana, fiquei feliz com a carta que recebi da professora Benedita Ferraz, de
Penalva. No texto que endereçou a mim, ela agradeceu por ter participado do
processo seletivo para professores da rede que quisessem aderir à carga horária
de 40 horas. Dona Bibi disse que ao longo da seleção pode constatar “a
seriedade e transparência” de nossa gestão. Fico feliz de poder propiciar essas
e outras oportunidades a esses militantes da causa da educação, que são os
professores do Maranhão.
Pessoas
que não se dobraram às intempéries que existem para ensinar. Gente como a dona
Luzia Sousa, do povoado Placa Violão em Tuntum, que embaixo de árvore já reuniu
cadeiras, para garantir que seus alunos não ficassem sem saber ler ou escrever,
até que lá chegasse o Programa Escola Digna.
A esses
grandes militantes da educação, eu dedico os meus parabéns nesse Dia dos
Professores. E fico feliz de saber que nosso governo tem conseguido oferecer
condições mais dignas de trabalho a esses lutadores. Com o programa Escola
Digna, já reconstruímos ou reformamos 600 escolas – o que representa metade de
nossa rede estadual de ensino. E também estamos construindo 300 novas escolas,
que substituem unidades de ensino inadequadas: escolas de um só cômodo;
barracões; salas em residências; casas de taipa.
Para
garantir boas condições de ensino, tenho orgulho de dizer que pagamos um dos
maiores salários do Brasil para profissionais da rede estadual, com jornada de
40 horas. Fizemos concurso público e adotamos iniciativas inéditas, a exemplo
dos editais de ampliação e de unificação de jornada de trabalho. E não para por
aí. Também estamos investindo na formação continuada. Só este ano, já houve
formação para mais de 50 mil docentes das redes estadual e municipais, pois
estamos apoiando as Prefeituras nessa missão.
Com o
“Sim, Eu Posso!”, oferecemos oportunidades a docentes que atuam nos 30
municípios de menor IDH do Maranhão, em uma missão muito importante:
alfabetizar jovens e adultos. Há quem menospreze esse investimento, achando que
o Estado não deve se preocupar mais com quem passou da idade escolar e não teve
a oportunidade de aprender a ler e escrever. Mas nosso governo tem consciência
de que é sua missão cuidar de todos. Especialmente dos que mais precisam, e por
isso criamos esse programa.
O
primeiro concurso em que passei na vida foi para professor, profissão que
exerço há décadas. Dessa função, estou licenciado para exercer os compromissos
que me exigem o mandato de governador. Na sala de aula, aprendi o respeito às
diferentes vozes e a crença no diálogo como um instrumento de constante
evolução. Fico feliz por agora, no cargo de governador, poder contribuir com o
bom exercício da função por parte de meus colegas professores. Estou certo de
que com o investimento em educação estamos construindo um Maranhão muito
melhor, mais justo e com mais igualdade de oportunidades.

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