JM
Cunha Santos
Há
mil dias e algumas horas atrás poderia se dizer que o governo do Estado cuidava
de muitas coisas. Cuidava de grupos, cuidava de lobistas, cuidava de
empreiteiras, cuidava de política, de superfaturamentos e desvios, mas,
indubitavelmente, não cuidava dos maranhenses, não cuidava das pessoas. Era
assim o governo Roseana Sarney.
Por
isso, o Maranhão açambarcava o primeiro lugar em todos os índices negativos da
economia, de educação, de saúde, de segurança e por aí vai. Atolava-se o estado
em trapalhadas fiscais e erguia-se aqui uma imagem de território desgovernado,
de violência crônica, de corrupção endêmica, suspeitas e denúncias que
envergonhavam e combaliam o Maranhão.
Por
cuidar das pessoas, o governo Flávio Dino atinge índices históricos de
aprovação e intenções de votos, caso raro no universo de 3 anos de mandato de
qualquer governante. O instinto social do governo suplantou a ideia de que a
propaganda por si só, o uso de mídias monopolizadas e a inauguração de elefantes
brancos, obras de pedras sem interesses humanitários, bastam para assegurar a
governabilidade de um estado e a popularidade de seu governante.
Mas,
em meio à maior crise econômica dos últimos 100 anos no país, grave
principalmente para o Nordeste, Flávio Dino conseguiu manter a economia do
Maranhão acima da média nacional, operacionalizou a maior oferta de serviços
públicos da história, a ponto de lhe ser possível afirmar que “Não há hoje, no
Brasil, estado que inaugure mais obras que o Maranhão”.
Enquanto
outros estados afundavam economicamente, o governo do Maranhão aumentou a
oferta de empregos, através da construção de hospitais, da reforma e construção
de escolas, da pavimentação de 150 cidades, da inauguração de 1 obra a cada
dois dias neste considerado através dos séculos o estado mais pobre do Brasil.
Ressuscitou
a agricultura familiar, ressuscitou o Porto do Itaqui, o Pacto pela Paz está
vencendo a guerra contra o crime, melhorou sensivelmente os índices de
desenvolvimento humano dos municípios mais pobres, criou uma tropa de 12 mil
policiais militares, reajustou em 22,5 % os salários dos professores e faz uma
administração que ganha o respeito do país e orgulha o Maranhão.
O
resultado são pesquisas indicando que se a eleição fosse hoje Flávio Dino se
reelegeria com 60 % dos votos, com 32 pontos de vantagem sobre Roseana Sarney,
que governou o estado quatro vezes.
E
será reeleito porque não cuidou de grupos, nem de empreiteiras, nem de lobistas,
nem de privilegiados. Será reeleito por cuidar das pessoas.

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