A existência de um governo sem corrupção
para os Sarney é assustadora; a aplicação honesta dos recursos públicos nesse
Estado, uma novidade que os criminaliza.
JM Cunha Santos
Uma nova história começou a ser escrita
no Maranhão a partir de janeiro de 2015, quando se assentou no poder um governo
com ampla visão social e esse estado, deprimido pelas forças corrosivas do
sarneisismo, deu posse ao governador Flávio Dino.
Formou-se agora uma resfolegante aliança
entre o autoritarismo e a corrupção, sustentada num monopólio dos meios de
comunicação, que pretende nivelar o governo Flávio Dino ao poder oligárquico
que aqui foi exercido pelos Sarney e cujas marcas maiores foram o
patrimonialismo e a vassalagem institucional alugada com dinheiro público.
A existência de um governo sem corrupção
é para eles assustadora; a aplicação honesta dos recursos públicos nesse
Estado, uma novidade que os criminaliza.
E esse governo venceu
administrativamente em tudo no que os Sarney fracassaram décadas seguidas
enquanto abarrotavam contas particulares e secretas com a infelicidade dos
maranhenses.
Contaram, inicialmente, com a crise
econômica nacional para assistir à derrota administrativa do governo Flávio Dino.
Não deu certo. Além de atender às demandas sociais enterradas no buraco da
corrupção pelos Sarney, o governador espalhou obras por todo o estado, “obra em
todo lugar”.
Mas um fato recolocaria de pé as
esperanças dos oligarcas: um presidente acusado pelo Ministério Público de
chefiar uma organização criminosa tomou o poder. E foi dele que Sarney se
aproximou. “Preparem a Roseana”, deve ter dito Sarney. “Temos gente igual a
gente na Presidência deste país”.
Ocorre, entretanto, que este é um país
exaurido de corruptos e o povo brasileiro só espera uma oportunidade para
mandar Michel Temer, Sarney e toda sua trupe para o limbo político do Brasil;
ocorre que o Maranhão é um exemplo nacional de honestidade e transparência
neste primeiro mandato do governador Flávio Dino, conforme acaba de confirmar a
Fundação Getúlio Vargas. Não vão conseguir interromper a História. Essa nova
História.
É por isso que, à toda força, tentam
acusar o secretário de Comunicação e Assuntos Políticos, Márcio Jerry, de
alguma coisa, qualquer coisa, seja lá o que for que possam inventar. O jornal O
Estado do Maranhão, que parece ter virado sucursal de um dos blogs da cidade,
(Atual7) repetindo de manhã o que o blog diz à noite, dedica páginas, colunas,
notas, artigos, comentários crônicas e ensaios a insultar e caluniar o
secretário. Inutilmente, porque mentem tanto que perderam a capacidade de
iludir o povo do Maranhão.
Eles querem, precisam, sofrem, se
descabelam, tentam de todas as formas manchar um governo estadual que só cresce
aos olhos da Nação, elogiado por instituições nacionais, órgãos de controle, a
mídia mais respeitada do país. E o caminho que escolheram é atacar com mentiras,
insultos e calúnias o secretário de Comunicação.
Enquanto isso a “Chapa Lava Jato”,
(Roseana, Ricardo Murad, Eduardo Braide, Roberto Rocha, Lobão, Sarney Filho,
dentre outros) esquenta ao ponto de explosão, porque entre eles mesmos ninguém
quer ficar perto de ninguém para não se queimar junto ao eleitor exaurido de
tantas máfias e tanta corrupção. Se fosse num país sério, essa chapa atingiria
facilmente uns mil anos de prisão.
E é por isso que se esforçam tanto para
fabricar uma acusação contra Márcio Jerry: porque representa um governo que aos
olhos do país inteiro se tornou referência de honestidade e exemplo de
realização.

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