JM
Cunha Santos
Um
olhar para o presente, outro olhar para o passado e o Maranhão se destaca,
hoje, em toda a imprensa nacional, como a terra das boas notícias.
No
governo passado, a capital do Maranhão, São Luís, estava circunscrita entre as
cidades mais violentas do mundo. Este ano, o G1, portal da Rede Globo, cita o
estado como exemplo, em todo o país, na redução de homicídios.
Foi
também o G1, Portal da Rede Globo, à qual se associa o Sistema Mirante de
Comunicação do Sarney, que aferiu que Flávio Dino é o governador que mais
cumpriu promessas de campanha. Até o último levantamento, 95 % de tudo o que
havia prometido.
O
jornal Folha de São Paulo anunciou que no governo Flávio Dino o sistema penitenciário
passa por uma transformação. Cita o modelo Apac, sucesso da administração
penitenciária em todo o mundo, com celas humanizadas e trabalho para os presos
e acrescenta: “É o caso do Maranhão, após uma série de rebeliões e massacres em
Pedrinhas”. Rebeliões e massacres que, como todos sabem, foram a principal
marca do último governo Roseana Sarney.
Também
a Folha de São Paulo informa que o Porto do Itaqui aumentou em 100 % o embarque
de soja e acrescenta que a safra recorde de grãos está impulsionando a malha ferroviária
em 2017.
O
mesmo jornal, um dos mais lidos do país, informa que o Maranhão foi o estado
que teve o maior crescimento econômico do Brasil em 2017, o que se deve à safra
agrícola e à extração de minério.
O
BBC News concluiu que 17 das cidades mais violentas do planeta estão no Brasil,
mas adianta que 3 cidades brasileiras, Cuiabá, Curitiba e São Luís saíram desse
ranking, o que mostra a diferença abissal entre os governos Roseana Sarney e
Flávio Dino no tratamento da segurança do cidadão. Enquanto Roseana Sarney
governou, São Luís permaneceu entre as cidades mais violentas do mundo.
O
jornal O Globo trouxe a informação de que o governador Flávio Dino aumentou o
salário base dos professores da educação pública para R$ 5.750,00. E acrescenta
que esse valor é mais que o dobro do que é pago na rede pública de São Paulo,
onde o salário base de um professor com carga horária de 40 horas passou de R$ 2.415,89
para R$ 2.585,00. E o salário fixado pelo Ministério da Educação é de apenas R$
2.455,35 para os profissionais que cumprem as mesmas 40 horas semanais.
O
jornal O Estado de São Paulo garante, em manchete, que a saúde fiscal do Maranhão
foi uma das poucas que melhoraram. “De 22 unidades da Federação, cujas contas
puderam ser comparadas, apenas 5 melhoraram seus resultados fiscais desde 2015.
São os estados de Alagoas, Ceará, Paraná, Maranhão e Piaui.
Entenda-se: o que a imprensa nacional (e até
internacional) está dizendo é que o Maranhão melhorou em tudo desde que Flávio
Dino assumiu e os Sarney, derrotados, se transformaram em empresários do Fake
News. E o que está escrito aí em cima é apenas uma parte do que foi dito pelo
Brasil sobre o Maranhão em 2018. Muito mais notícias positivas foram divulgadas
em 2015, 2016 e 2017. Pode-se dizer que, hoje, o governo do Maranhão é o mais
bem avaliado pela imprensa nacional. Ou, como dizia aquela musiquinha da
campanha de Jackson Lago, “Arruma a mala, Sarney”!

Nenhum comentário:
Postar um comentário