Do blog de Jorge Vieira
O Gabinete Militar do Poder Legislativo não vai cumprir os mandados de prisão contra os coronéis e lideranças do movimento que paralisaram as atividades da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, caso sejam expedidos pela Justiça Militar. A informação foi passada pelo responsável pela segurança da Casa, coronel Pinheiro Filho, que alega falta de estrutura para cumprir tal determinação judicial.
Os pedidos de prisão solicitados pela governadora Roseana Sarney encontram-se na mesa do Juiz Vicente de Paula, à espera de despacho, e a qualquer momento poderão ser expedidos. “Se houver mandado de prisão, que o comandante da tropa mande um oficial efetuar a prisão porque nós não temos estrutura para isso”, adiantou Pinheiro Filho.
Pinheiro Filho explicou que sua função como Chefe do Gabinete Militar da Assembleia é garantir a segurança do prédio e das instalações da Casa, não efetuar prisão. “Se mandarem o um oficial da Força Nacional, eu vou para minha casa, pois nada mais me restará a fazer aqui, mas devo adiantar que não prenderei ninguém, até por falta de estrutura”, completou.
O clima é de confronto. Hoje pela manhã três agentes das Forças de Segurança foram flagrados espionando o movimento e fazendo levantamento da área para uma possível ocupação do Exército, mas foram descobertos e expulsos do local. Dois sargentos do serviço secreto do Exército estavam filmando a concentração dos militares com uma câmera escondida num envelope e foram escoltados até a porta de saída da Assembleia.
Segundo um dos líderes do movimento, coronel Ivaldo Barbosa, a cada dia aumenta a adesão ao movimento. Vans começaram chegaram chegar do interior do Estado com policiais reformados solidários com a paralisação.
“Nós queremos voltar ao nosso local de trabalho, mas também desejamos que os policiais sejam tratados com dignidade. Nosso movimento é pacífico e ordeiro. Se existe alguém fazendo terrorismo é do lado do governo”, enfatizou Ivaldo.
O Maranhão cada vez mais se parece com um país africano. Antes as semelhanças ficavam por conta do IDH pífio, mas hoje outra característica está sendo agregada. Assim como na África, o governo faz uso de meninos aramados para defenderem suas causas. Pelo menos foi isso o que eu vi pela cidade de São Luís hoje. Meninos do 24º batalhão com fuzis nas mãos em caminhões circulando pela cidade para nos dar a sensação de uma pseudo segurança. Fiquei com vergonha e apesar de achar que o povo tem o governo que merece, comecei a questionar se o Maranhão realmente merece essa desgraça denominada Família Sarney.
ResponderExcluirAZEDOU O ANGÚ DOS DONOS DO MARANHÃO
ResponderExcluirAuditor militar julga improcedente pedido de prisão de líderes da greve da PM no Maranhão
25/11/2011 - 18h20
Daniella Jinkings
Repórter da Agência Brasil
Brasília – O juiz auditor militar em São Luís, Vicente de Paula Gomes de Castro, julgou improcedente o pedido da Corregedoria da Polícia Militar (PM) para decretar a prisão de quatro líderes da greve da PM e dos bombeiros do Maranhão.
O pedido, feito ontem (24) pelo encarregado do inquérito que investiga o movimento grevista da PM do Maranhão, coronel Edilson Moraes Gomes, alega crime de desobediência, porque os militares são proibidos pela Constituição de fazer greve.
A prisão dos líderes grevistas foi requerida por meio de uma representação à Procuradoria-Geral de Justiça, solicitando a ação do Ministério Público do Maranhão à Justiça Militar.
Ontem, o Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão declarou ilegal a greve dos policiais e bombeiros militares. Na decisão, em caráter liminar, o desembargador Stélio Muniz determinou ainda a imediata suspensão do movimento de paralisação dos militares, sob pena de pagamento de multa diária de R$ 200. Apesar da decisão da Justiça, os policiais mantiveram a greve e permanecem acampados em frente à Assembléia Legislativa do estado.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Maranhão, nenhum incidente grave foi registrado no estado. Para garantir a segurança da população durante a greve dos agentes de segurança pública, um batalhão da Força Nacional está patrulhando em São Luís, e cidades do interior, como Imperatriz, Timon e Bacabal.
Edição: Rivadavia Severo
CONFIRA FONTE: http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-11-25/auditor-militar-julga-improcedente-pedido-de-prisao-de-lideres-da-greve-da-pm-no-maranhao#.TtAQTDKsL9E.facebook
ASSINA: O Monitor
Este Juiz, merece aplauso, vou citar o nome dele, VICENTE DE PAULA GOMES DE CASTRO, porque ele já entrou nos Anais da história da Justiça do Maranhão. este cidadão brasileiro, evidentemente não pertence a justiça que obedece as ordem de Sarney. Está provado que nem tudo está perdido. A Justiça voltou a ter credibilidade, para voces verem, um só JUIZ, restabeleceu a credibilidade que muito avacalharam atendendo o dinheiro e a subserviência.
ResponderExcluirParabéns JUIZ VICENTE DE PAULA GOMES DE CASTRO, VOCE É ABENÇOADO, ainda existe JUIZ honesto, que não se vende e nem se submete aos caprichos de quem quer que seja, para voce JUIZ, tiro o chapéu e faça vênia.
Finalmente, senhores, surge alguém de bom seno em emio ao desvario de um Governo que está a fazer do Maranhão uma republiqueta sem rumo. Sabemos bem quem é que merrece ser preso nesse Estado.
ResponderExcluirÉ, professora Rigina. Todos nós estamos com vergonha. O Maranhão é a vergonha do país.
ResponderExcluirA pergunta no momento é: Quem vai pedir a prisão de Roseana me Engana Sarney, não é possível !, com todos os desmando desta mulher que levou o Estado ao caos, desmoralizado s AL-MA, envolvendo o TJ para não ficar só nesta burrice de radicalizar,ela é culpada do movimento chegar onde chegou, ainda bem que, quem decretou a greve ilegal foi a justiça de Sarney, não comprometendo a JUSTIÇA verdadeira, dos Juises e Desembargadores probos e sem mácula do TJ do Maranhão, pela estupidêz de Roseana o caos se estabeleceu no nosso Estado, muito boa a intervenção federal, só falta enviarem o interventor para fazer uma boa administração e tirar o Maranhão desta peripécia causada pela destrambelhada desgovernadora que só causa vergonha ao Povo do Maranhão
ResponderExcluir