terça-feira, 18 de novembro de 2014

Equipamentos sociais

Editorial JP, 18 de novembro

Residência Inclusiva
Em nossos dias, quando a exclusão social acentua-se nos mais diversos setores, como educação, saúde, habitacional, mais imprescindível que enxergar qualquer administração pública pela grandeza das obras, é ver o foco de uma gestão por sua propensão em humanizar a sociedade. O acolhimento e recuperação de pessoas em situação de rua, inclusive crianças socialmente mutiladas, é um dos sinais que revelam essa vontade de humanização.
Representantes do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome destacaram, recentemente, o trabalho realizado pela Prefeitura de São Luís na área de assistência social, o que aconteceu durante a entrega do Abrigo Institucional para Pessoa em Situação de Rua e da nova sede do Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (POP). Telma Maranho, diretora do Departamento de Proteção Social Especial do MDS, disse: “A gente fica muito feliz ao ver esse compromisso do prefeito Edivaldo e sua equipe que têm realizado um trabalho de muita qualidade, especialmente nesta área de atendimento à população de rua.
Estão nas ruas os que a meio caminho, por um ou outro motivo, perderam a oportunidade de construir um projeto de vida. O Abrigo Institucional, além do que possa significar em matéria de segurança e segurança alimentar, representa a conquista de uma residência temporária até que os desabrigados tenham condições de reconstruir, cada um, seu próprio projeto de vida. A rua é a chuva e o sol escaldante, o mosquito, o leito duro de cimento; o Abrigo é a sombra para os que, por necessidades, deficiências e algumas vezes por opção, não têm onde morar. O efeito humanitário é mais ou menos o mesmo das creches, dos centros de apoio, das casas de repouso, no suprimento de muitas das necessidades daqueles com os quais a vida foi mais cruel.
A Prefeitura de São Luís é referência nacional em equipamentos sociais, o que não foi dito pelo prefeito Edivaldo, mas constatado por representantes do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Constatação sustentada no fato de que, além do Centro POP e do abrigo, a Prefeitura de São Luís já entregou a primeira Residência Inclusiva da cidade e o Centro Dia, para colhimento de pessoas com deficiência e em situação de abandono, além do Centro de Referência da Assistência Social (Cras) da Cidade Operária. Sobre a Residência Inclusiva, a coordenadora nacional de Serviços de Acolhimento do MDS, Nilzareth Margarida Lima, percebeu: “é a maior e melhor do país em termos de estrutura, conforto e beleza”.
No estado que açambarcou, durante décadas seguidas, por descompromisso de muitas gestões, os piores indicadores sociais do país, essa visão humanitária do prefeito Edivaldo para com os que estão nas ruas, os que vivem em situação de abandono e os deficientes, mostra que acima de todas as políticas, no Maranhão de hoje, estão a política de combate à pobreza e a política de inclusão social.

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