Editorial
JP, 18 de novembro
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| Residência Inclusiva |
Em
nossos dias, quando a exclusão social acentua-se nos mais diversos setores,
como educação, saúde, habitacional, mais imprescindível que enxergar qualquer
administração pública pela grandeza das obras, é ver o foco de uma gestão por
sua propensão em humanizar a sociedade. O acolhimento e recuperação de pessoas
em situação de rua, inclusive crianças socialmente mutiladas, é um dos sinais
que revelam essa vontade de humanização.
Representantes
do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome destacaram,
recentemente, o trabalho realizado pela Prefeitura de São Luís na área de
assistência social, o que aconteceu durante a entrega do Abrigo Institucional
para Pessoa em Situação de Rua e da nova sede do Centro de Referência
Especializado para População em Situação de Rua (POP). Telma Maranho, diretora
do Departamento de Proteção Social Especial do MDS, disse: “A gente fica muito
feliz ao ver esse compromisso do prefeito Edivaldo e sua equipe que têm
realizado um trabalho de muita qualidade, especialmente nesta área de
atendimento à população de rua.
Estão
nas ruas os que a meio caminho, por um ou outro motivo, perderam a oportunidade
de construir um projeto de vida. O Abrigo Institucional, além do que possa
significar em matéria de segurança e segurança alimentar, representa a
conquista de uma residência temporária até que os desabrigados tenham condições
de reconstruir, cada um, seu próprio projeto de vida. A rua é a chuva e o sol
escaldante, o mosquito, o leito duro de cimento; o Abrigo é a sombra para os
que, por necessidades, deficiências e algumas vezes por opção, não têm onde
morar. O efeito humanitário é mais ou menos o mesmo das creches, dos centros de
apoio, das casas de repouso, no suprimento de muitas das necessidades daqueles
com os quais a vida foi mais cruel.
A
Prefeitura de São Luís é referência nacional em equipamentos sociais, o que não
foi dito pelo prefeito Edivaldo, mas constatado por representantes do
Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Constatação sustentada
no fato de que, além do Centro POP e do abrigo, a Prefeitura de São Luís já
entregou a primeira Residência Inclusiva da cidade e o Centro Dia, para
colhimento de pessoas com deficiência e em situação de abandono, além do Centro
de Referência da Assistência Social (Cras) da Cidade Operária. Sobre a
Residência Inclusiva, a coordenadora nacional de Serviços de Acolhimento do
MDS, Nilzareth Margarida Lima, percebeu: “é a maior e melhor do país em termos
de estrutura, conforto e beleza”.
No
estado que açambarcou, durante décadas seguidas, por descompromisso de muitas
gestões, os piores indicadores sociais do país, essa visão humanitária do
prefeito Edivaldo para com os que estão nas ruas, os que vivem em situação de
abandono e os deficientes, mostra que acima de todas as políticas, no Maranhão
de hoje, estão a política de combate à pobreza e a política de inclusão social.

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