Do
Jornal Pequeno – Com edição
Contado
ninguém acredita. A manchete do Jornal Pequeno de hoje, anuncia um dos fatos
mais inusitados da política maranhense nos últimos anos. Segundo esta revelação
deputados e prefeitos à procura do governador interino, Arnaldo Melo e do
secretário da Casa Civil teriam sido incitados a atear fogo na Secretaria de
Cidades, que tem como titular o muito famoso Vicente Fialho. Eis a íntegra do
texto da incrível revelação feita pelo Jornal Pequeno:
“O
caldeirão ferveu, nesta segunda-feira, no Palácio dos Leões e na Secretaria de
Cidades com ameaças, inclusive de incendiar o prédio onde funciona a secretaria
comandada por Vicente Fialho.
Cerca
de 17 deputados estaduais, dentre eles Rigo Teles, Stênio Rezende, o
ex-deputado Paulo Neto, acompanhados de vários prefeitos, dirigiram-se à Casa
Civil do Palácio dos Leões para falar com Carlos Alberto Milhomen sobre a
liberação de convênios de seus respectivos interesses.
Não
encontraram o governador interino, Arnaldo Melo nem o secretário-chefe da Casa
Civil, Carlos Alberto Milhomen que, vislumbrando a tensa situação “se picou”
para Brasília.
Informados
de que Arnaldo e Milhomen não estavam no Palácio, e que a situação não seria
resolvida, deputados e prefeitos iniciaram um movimento de revolta na ante-sala
da Casa Civil. Paralelamente, chefes de Executivo Municipal que se encontravam
na Secretaria de Cidades aguardando uma resposta também começaram a se exaltar.
Nesse ínterim um dos deputados e um ex-parlamentar começaram a inflamar o
ambiente, o que logo contaminou o pessoal que estava na Secretaria de Cidades,
a ponto de sugerirem que tocassem fogo no prédio. Outros deputados e prefeitos
mais equilibrados conseguiram contornar a situação..
Ontem,
pela manhã, o mesmo grupo voltou ao Palácio dos Leões para tentar falar com o
governador. Arnaldo, porem, havia saído para a inauguração do ginásio Costa
Rodrigues.
A
situação continua tensa e tende a esquentar mais ainda hoje, último dia do
governo iniciado por Roseana Sarney que tem Arnaldo Melo na interinidade”.
Apenas
para comentar: somente esse tipo de relação incestuosa com os recursos púbicos
permitiria que autoridades descessem ao nível de ameaçar tocar fogo no
patrimônio público. São tristes e vergonhosos os últimos dias da era Sarney no
Maranhão.
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