Esta
semana que passou tive a honra de chegar aos 1.000 dias de trabalho intenso a
serviço do povo do Maranhão, na condição de governador. Um momento muito
especial pela sensação de estar cumprindo os compromissos que assumi em 2014.
Estamos enfrentando problemas acumulados por décadas que se somaram à maior
crise econômica no país dos últimos 100 anos. Mas com muito trabalho e pé no
chão, os frutos da mudança estão aparecendo.
O
resultado dessas 24 mil horas de dedicação exclusiva à transformação do
Maranhão já pode ser visto nas ruas. São 500 obras entregues, uma a cada dois
dias: escolas, centros de assistência social, hospitais, milhares de
quilômetros de asfalto, VIVAs, além de ambulâncias, tratores e viaturas
policiais.
Na educação,
criamos o Escola Digna, maior programa de investimentos da área de toda a
história do Maranhão. Estamos reformando as escolas da rede estadual,
reconstruindo prédios e inaugurando novas 300 unidades até 2018. Com a
integração de novos policiais, o Pacto pela Paz já formou uma tropa de 12 mil
homens, a maior da história do estado, além das inúmeras ações preventivas por
intermédio dos Conselhos Comunitários.
Conseguimos
avançar na saúde. Em apenas dois anos e meio, criamos uma verdadeira rede
estadual que antes não existia. São as unidades macrorregionais do Sul (em
Balsas), do Leste (em Caxias), da Baixada (em Pinheiro), do Médio Mearim (em
Bacabal), do Oeste (em Imperatriz) e do Pindaré (em Santa Inês). O próximo
hospital a integrar essa rede será o HTO (Hospital de Traumatologia e
Ortopedia), a ser inaugurado no próximo mês em São Luís, atendendo toda a
região metropolitana, de modo inédito.
Com o
Programa Mais Asfalto, temos garantindo dignidade para que as pessoas possam se
deslocar de sua casa para o trabalho e estudo sem ter de se sujar de lama. Como
podem ver, temos um conjunto de obras que visa aumentar a oferta de serviços
públicos ao povo maranhense, ao mesmo tempo em que gera empregos em meio à
recessão nacional.
Todos têm
sentido na pele os efeitos desta crise nacional, fruto de uma disputa política
sem limites no plano federal, que jogou o Brasil em uma recessão que não se
vivia há um século.
Mas
graças ao equilíbrio fiscal, nosso estado não está na mesma situação de outros
e temos conseguido manter as contas em ordem, mesmo que com imenso sacrifício.
Prova disso é que chegamos ao 34º salário de servidores pago de forma
antecipada, dentro do próprio mês. Essa política beneficia não só os
servidores, como mantém o comércio local aquecido, atenuando os efeitos da
crise em nosso estado.
As 500
obras já entregues e aquelas em andamento estão garantindo que o Maranhão siga
com a economia melhor que a média nacional. Já estamos no 4º mês consecutivo de
crescimento na geração de empregos.
Qualquer
que seja o recorte que façamos, o Maranhão está melhor que há 1.000 dias atrás.
Fico pensando o que seria do Maranhão se enfrentasse essa crise nas mãos dos
que não souberam conduzir o estado nem mesmo em meio à bonança. Se nos melhores
momentos da economia brasileira, o Maranhão figurava com os piores índices do
Brasil, o que seria dele agora? Graças a Deus, não corremos mais esse risco,
pois o povo sabe qual caminho seguir. Sigamos juntos.

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