domingo, 8 de outubro de 2017

Braide prega a sonegação de impostos contra os interesses do povo do Maranhão

No governo Roseana, esses tributos viravam champagnes e lagostas, viravam depósitos em paraísos fiscais; no governo Flávio Dino, viram escolas dignas, hospitais macrorregionais e índices históricos de aprovação.

JM Cunha Santos


Ao contestar o contrato entre o governo do Estado e o Banco Interamericano de Desenvolvimento, (PROFISCO II) o deputado Eduardo Braide acusou o governador Flávio Dino de presentear o empresariado maranhense, no Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa, com um aumento do arrocho fiscal. Ele reclama do objetivo do contrato - a modernização da gestão fiscal do Estado e diz que o governo não se deu por satisfeito com dois reajustes do ICMS no Maranhão.
O parlamentar não quer também que sejam aplicadas multas aos recorrentes sonegadores, donde se conclui que, na verdade, está defendendo interesses completamente contrários aos interesses do povo. Finge ignorar que, mais que a corrupção, é a sonegação a causa maior da crise econômica no Brasil e um vício tributário que se repete em cada um dos estados da Federação. Só para que se tenha uma ideia, o cálculo médio anual da corrupção no Brasil é de R$ 67 bilhões, enquanto a sonegação fiscal rouba aos cofres públicas a estratosférica quantia de R$ 500 bilhões por ano.
E mais: os impostos mais sonegados no país são ICMS e Imposto de Renda, precisamente os que mais se traduzem em obras e benefícios para a população. Somente de janeiro a março de 2015 foram sonegados R$ 105 bilhões, dos quais R$ 80 bilhões por meio de lavagem e manipulação de recursos, o que parece ter sido prática corriqueira da chamada “Máfia da Fazenda”, organizada no governo Roseana Sarney e denunciada pelo Ministério Público. E até julho de 2017 a sonegação fiscal já havia consumido R$ 315 bilhões, 18 mil reais por segundo, por minuto, mais de 1 milhão de reais.
Ao pregar a burla ao fisco, conforme foi acusado pelo deputado Rogério Cafeteira, Eduardo Braide omite suas verdadeiras intenções. Ele sabe que no governo Flávio Dino, inapelavelmente, o dinheiro do contribuinte será revertido diretamente para a população, através de obras, programas e investimentos que hoje destacam o governo maranhense como o segundo melhor do Brasil.
No governo Roseana, esses tributos viravam lagosta, viravam champagne, viravam farra, superfaturamento, depósitos em paraísos fiscais, evasão de divisas, alimentavam a corrupção; no governo Flávio Dino viram escolas dignas, hospitais macrorregionais, mais asfalto, mais IDH, viram índices históricos de aprovação.

E é tão-somente por isso que Eduardo Braide não quer a modernização da gestão fiscal do Estado; quer a fazenda pública sucateada, com sistemas inoperantes, falta de pessoal e tudo o mais que estimule a sonegação e alimente o discurso de quem quer que nesse Estado tenha a coragem de ser candidato da família Sarney.

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