Editorial JP, 29 de setembro
Assim que o prefeito João Castelo concluir as obras do VLT, os setecentos mil passageiros diários destas composições poderão olhar lá fora e contemplar uma paisagem administrativa que São Luís não tinha visto ainda. Eles verão, a cada curva sobre os trilhos do futuro, que a Avenida Litorânea não está mais interrompida, contemplarão a majestade das obras de um Corredor de Transportes para o qual já existem recursos garantidos e pensarão no quanto essa cidade estava diferente antes do atual prefeito assumir.
O vento não trará o odor de fedentina, as águas não refletirão a presença de bactérias, micróbios e coliformes fecais porque, dezenas de administrações depois, finalmente um prefeito decidiu proteger a população de doenças e sanear os canais sanitários da cidade. Sob as curvas do VLT, verão que não há mais alagamentos provocados pelos canais do Renascença, do rio Gangan, do Mercado Central, do Coroado e do Coroadinho e pensarão no quanto esta cidade estava abandonada antes de João Castelo assumir.
Eles verão, das janelas do VLT, que as crateras da Avenida Santos Dumont não existem mais; perceberão que os carros já não afundam na Avenida Jerônimo de Albuquerque, não tropeçam na Avenida dos Holandeses, não são mais demolidos na Avenida Daniel de La Touche, não se quebram na Avenida Guajajaras, nem deixam os pedaços na Avenida Beira Mar. Tudo foi recomposto, tudo foi reconstruído, tudo foi recuperado em São Luís. E a cada curva do VLT vão deparar com uma ou mais das 800 ruas asfaltadas em menos de três anos pela Prefeitura de São Luís. Na Cidade Operária, na Cidade Olímpica, no Jardim Tropical, nos quatro quadrantes de uma capital que durante muito tempo o poder público esqueceu.
Nas curvas do VLT, lembrarão que quase tudo que ficou importante neste Estado foi feito por João Castelo, agora como prefeito e antes como governador. Os conjuntos Cidade Operária e Maiobão, o Castelão, o Hospital do Servidor Público, o Italuís, que o governo do Estado abandonou deixando o povo sem água e a recuperação asfáltica de grande parte de uma cidade na qual era quase impossível trafegar. Um projeto que Castelo garante que vai prosseguir.
Sob as curvas do VLT, entenderão que uma cidade com mais de 1 milhão de habitantes tende a ser metrópole, portanto prescinde de projetos arrojados, de tocadores de obras, administradores conscientes do seu crescimento; alguém que enxergue além dos bairros nobres da cidade, que possa ver o São Cristovão, o Jardim Tropical, a Cidade Olímpica, o São Bernardo, a Macaúba, as feiras da Liberdade e da Cohab, enfim, um prefeito que queira ir aonde o verdadeiro povo está.
Alguns até se arrependerão de ter dado ouvidos a sete candidatos, sete campanhas de agressão e desmonte da obra já realizada pelo prefeito, à arrogância de uma imprensa manipulada pelo governo querendo desmentir realizações que estão à vista de todos. Mas prosseguirão nessa viagem rumo ao futuro e ao bem estar do povo de São Luís.
Cunha Santos,
ResponderExcluirVoce é realmente um poeta, que vive de sonhos e ilusões. Acreditar que este atual gestor vai fazer tudo isso que voce diz, pra mim é demais. Quero comentar aqui mesmo no dia 08.10.2012 a derrota do João Castelo, tenho certeza que o povo de São Luis não é cego.
O povo só não acredita no VLT porque ele veio acompanhado das eleições, porque não veio há um ano atrás?
ResponderExcluirKkkkkkkkkkkkkkkk
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