JM
Cunha Santos
Temos
alertado, constantemente, para o crescimento da grilagem, da disputa pela
terra, a forma como vil como ressurge a especulação imobiliária no Maranhão.
Junto com isso vem a violência no campo, essa de que temos tristes lembranças,
do homem substituído pela pata do boi e agora pelas monoculturas infernais que
expulsam até os bichos. Os animais não permanecem, por exemplo, em territórios
ocupados por plantações de eucalipto.
Temos
dito, de forma recorrente, que os grandes empreendimentos que se instalam no
Maranhão, ou a simples possibilidade deles, está atraindo a ganância de
grileiros e empresários sem escrúpulos. Junto com ela, a ganância, vêem os
pistoleiros, os jagunços e com eles a violência, a perseguição, o assassinato
de lideranças rurais. Dessa situação, que em outras épocas mais que o êxodo
rural promoveu uma verdadeira diáspora no interior do Estado, só tínhamos
tristes recordações. Aliás, São Luís se desenvolveu também na esteira das
expulsões de lavradores e posseiros de suas terras que aqui promoveram invasões
e ocupações das quais nasceram bairros inteiros.
Essa
situação, esse clima de terror está de volta. Quilombolas e trabalhadores
rurais foram mortos, entidades denunciam a existência de gente marcada para
morrer e no entorno de muitos desses grandes projetos a disputa pela terra
deixa um rastro de sangue e humilhação.
A
última notícia publicada pelo Jornal Pequeno é uma carta dos bispos do Regional
Nordeste V da CNBB em que manifestam indignação pelo incêndio da capela de
Vergel, pertencente à Paróquia de São Raimundo, na cidade de Codó. E enquanto
se assustam com o alto grau de degradação moral e religiosa realizada em tal
ato, nos vem a lembrança de que no passado a Igreja Católica também protegeu
lavradores e pequenos posseiros da violência. A violência que agora atinge a
própria igreja. Já é hora do Estado intervir.
por que motivo o resultado DAS ULTIMAS CORREIÇÔES feitas pela Corregedoria Geral do TJ/MA, junto os Cartorios de Registro de Imoveis das demais Comarcas deste estado não fora publicisadas até o momento ? será por ter sido grave a metodologia como tem sido trabalhada a Concessão e Uso da Fé Pública Registral no caso especifico da POSSE e PROPRIEDADE de terras no estado do Maranhão ? ou o TJ/MA se pronuncia a respeito, "ou" fica o entendido junto a soberana opinião publica maranhense que a respeito, o favorecimento beneficiando grileiros de terras, é mais grave do que se imagina-se
ResponderExcluirE aí Ze Cachaça? Vamos tomar uma e fumar um beque depois?
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